Como perder a virgindade – Aula número 2

22 07 2008

Continuando nosso curso avançado de zéguizo para menines e menines virgens, veremos hoje algumas diferenças fundamentais entre a vida real e os vídeos pornôs, e alertaremos sobre a bagunça, a melecada e os pequenos acidentes que acontecem.

Clique aqui para a Aula número 1.

Pornografia e Realidade

É muito comum a gente assistir vídeos de zéguizo explícito e confundir o que vemos confortavelmente de fora com o que sentimos durante a prática saudável – porém solitária e potencialmente enganosa – do auto-be-bop-a-lula.

Por exemplo…

Você pode ter fetiche por cenas em que o menine põe o lulu dele no meio das peitcholinhas da menine, prática da brimks que atende pelo nome de “espanhola”. Digamos que você está assistindo isso confortavelmente num vídeo, enquanto faz seu auto-be-bop-a-lula na velocidade 5. Você conhece seu corpo, por isso, dará tudo certo. Mas a verdadeira “espanhola” dificilmente é prática, intensa e envolvente desse jeito. Na vida real, essa técnica pode simplesmente não ser nada do que você imagina. Talvez seja devagar demais, macio demais, sem jeito demais, e você acabe decepcionado.

Outro exemplo: pode ser que, nos vídeos, você adore ver a menine ou menine fazendo upa-upa-cavalinho no menine estando de costas pra ele. Assistir de fora duas pessoas fazendo isso pode parecer um ahazo na buatchy pra você, zuper zemzual. Mas, quando for a sua vez de estar ali deitado, sua visão será apenas as costas da menine ou menine, e, portanto, muito diferente de assistir ao vídeo, quando o estímulo visual (e físico) é bem mais privilegiado.

Portanto, siliga nessas diferenças:

  • Nos vídeos, as posições são adaptadas para deixar a miséria toda bem fotogênica para as câmeras. Na vida real, você vai estar tão próximo do menine ou da menine que, muitas vezes, não dará pra ver nada direito.
  • Na vida real, prepare-se para ser tudo mais suado, bagunçado, desajeitado e amarrotado do que em Hollywood ou nas misérias do Porn Valley. Prepare-se também para todo um mundo de cheiros e sabores diferentes ou inesperados, nem sempre excitantes.
  • De minha parte, nunca trepei estando debaixo dos lençóis. Simplesmente porque aqueles panos todos em cima da gente só servem pra atrapalhar e se meter onde não devem, ué!
  • Também acho que trepar de roupa não tá com nada (dificulta tudo, e o contato de pele com pele é insubstituível). O cinema e a TV mostram zéguizo com roupa o tempo todo. Mas eles têm motivos pra isso. Nós não!
  • Uma coisa que me deixa impressionado nos filmes é a chamada “penetração instantânea”. Hahaha! Como assim, gemza! Um menine e uma menine estão ali, bem à vontade, ainda vestidos, em alguma posição pré-zeguizual. A molier pode estar sentada no colo do menine (ela de calcinha, ele de cueca, lembre-se…), ou ele pode estar vindo por trás dela. A câmera só mostra o rosto dos dois. Então, ele faz um movimento súbito, a molier abafa um suspiro, ambos fecham os olhos e começam a bufar, e todo mundo percebe que o carinha conseguiu a façanha de iniciar um be-bop-a-lula nela! Sim, você percebeu o que quero dizer: na vida real não é assim não! É preciso tirar os panos e obstáculos todos do caminho, alinhar os instrumentos, o menine tem de estar com a bazuquinha dele hiper-bem armadinha, a molier precisa estar toooda molhadinha litrus já, e não raro ele ou ela tem de guiar o lulu com as mãos. Pffffff!

Agora que você já siligou em algumas diferenças entre a vida real e a ficção, siliga naqueles momentos meio “epa-opa-desculpe-perdão-com-licença” – alguns involuntariamente cômicos – que são zuper comuns mas ninguém comenta.

Pois na primeira vez é muito provável que role um ou mais desses…

Pequenos acidentes

  • Algum fio de cabelo ou de pentelho pode ficar preso em algum lugar ou ser arrancado acidentalmente, dando aquela fisgadinha inesperada. Um fio de cabelo ou pentelho provavelmente vai acabar na sua boca.
  • Um dos dois pode perder o equilíbrio na hora de mudar de posição e cair (p.ex., quando ela ou ele, sentadinha ou sentadinho de frente pra você, quiser girar para fazer upa-upa-cavalinho de costas).
  • O contato da pele suada, às vezes recém-depilada, roçando litrus na pele do menine ou da menine pode causar irritação e ficar tudo vermelho.
  • Você pode dar uma cabeçada na cabeceira da cama, hahaha!
  • Seus joelhos e cotovelos podem ficar doloridos depois de um tempo por causa do atrito no lençol, no tapete ou no chão.
  • A menine ou menine estando de quatro e você atrás, o lulu pode escapulir de repente e você dar uma pimbada di cumforça pelo lado de fora. Isso pode machucar e dobrar um pouco seu lulu.
  • Se a menine ou menine estiver fazendo upa-upa-cavalinho em você e o seu lulu escapulir de repente na hora da subida, na hora da descida seu lulu pode ser pego desprevenido e… bem, quebrar o pau. Em geral, o pobre lulu vai dobrar na velocidade da luz e ficar doendo um minutinho. Na pior das hipóteses (mas é raro), pode haver um rompimento de tecidos e aí é fim de festa e pronto-socorro.
  • Você pode cair da cama, bater com o cotovelo na parede ou na mesinha de cabeceira, derrubar o abajur ou alguma miséria desse tipo. Recomendamos ter senso de humor, falar “nemli” e seguir em frente.
  • Podem rolar arranhões, hematomas, puxões de cabelo (até de propósito), marcas de dentes etc. Mas a idéia (também) é (muito) essa. Sijoga!

A Melecada

Provavelmente você já sabe disso, mas zéguizo é uma melecada só; esqueça a assepsia perfeita e a arrumação de hotel 18 estrelas que você vê nos filmes:

  • A primeira melecada, evidentemente, é subir a temperatura corporal e ficar todo mundo suado igual um pangaré albino do brejo no cio.
  • O meladinho da lelé da menine vai escorrer e lambrecar o lençol. Parte da munição do menine também pode acabar nos lençóis depois que ele retirar a camisinha. O chão vai ficar coberto de capinhas de preservativos. O casalzinho pode se entusiasmar nos beijos e deixar a cara um do outro toda babada.
  • Um dos dois pode deixar escapar uma peida destruidora da camada de ozônio no meio dos be-bop-a-lulas. Hihihi.
  • Às vezes, quando o lulu sai da lelé e a menine muda de posição, a lelé dela pode soltar tipo uma peida também. Huhuhu.
  • Se você usar os dedos pra fazer brimks na lelé da menine, eles vão sair de lá tooodos lambrecadinhos. Litruz! Você pode ter de limpar na própria perna, ou no lençol mesmo, tipo guardanapo da brimks. Etiqueta pra que, né, minha gemza. Só não limpe na perna dela, ficadica. Hohoho!
  • Se a menine estiver menstruada e vocês forem fazer zéguizo… é melhor ser romântico, cavalheiro (ou uma dama) ou ter imaginação de Júlio Verne.
  • No zéguizo anal, se não rolar uma limpezinha básica antes, a menine ou menine pode passar cheque no seu lulu. Sim, estamos falando de popô no pupu. Go xuca!
  • Se o zéguizo todo tiver sido lecaus litrus e cheio de emoção e alegrias sem ter fim, ao terminarem vocês vão estar suados (ou suadas), cansados e talvez um pouco tontos. Vão estar descabelados, o rosto vermelho, haverá pentelhos e fios de cabelo grudados pelo corpo, a menine vai ter um pouco do meladinho dela escorrendo pelo pátio da brinks e o menine vai ter um filete do meladinho dele escorrendo da bazuquinha. Haverá pelo menos uma embalagem rasgada de camisinha no chão, os lençóis, travesseiros e fronhas vão estar amarrotados, melados e espalhados por toda parte, e em cima da cama haverá uma ou mais pocinhas da brimks. Se vocês ficarem um tempo juntinhos e abraçadinhos, ou abraçadinhas, estarão peguentos e grudentos, e, quando se afastarem, vai dar aquela sensação de adesivo sendo puxado, sabe? Ain. É meio nojentinho mas é ótimo! rs

E aqui encerramos a aula de hoje. Em nossas próximas aulas, falaremos mais sobre a armação da bazuquinha do menine, sobre a lelé da menine e suas lelezices, auto-be-bop-a-lula do menine e da menine, menine com menine, e muito mais. Stay tuned!

Aleléx

(Tradução e adaptação exclusivas do Lan House do Purgatório sobre The Virgin’s Guide)

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Pra que inferno você vai?

10 07 2008

Você acredita em astrologia? Já afanou alguma coisa do trabalho? Mente que nem sente? Come igual um morto de fome? Faz a xuca religiosamente todos os dias?

Tremei! Sacolejai! Dai bafão! E, dessa vez, nem adianta chamar a Nasa, que tá fora da alçada dela…

O providencial Dante’s Inferno Test – Impurity, Sin… and Damnation dirá para que círculo dos infernos de Dante você será enviado quando bater a caçuleta.

Baseado nas respostas que você der a uma penca de perguntas como estas aí acima (está em inglês, mas traduzimos as perguntas com exclusividade para vocês: clique aqui), o teste faz a gentileza de nos dizer a danação que nos espera (são 10 opções para nosso conforto e comodidade), sempre com um textinho muito bonito e desesperador sobre as aflições eternas.

Não leve mais do que 10 minutos para responder, ou terá de recarregar a página e fazer o teste de novo. É que tem tanta gemza desesperada pra descobrir onde irá passar a eternidade que, se demorar mais que isso, o site não dá conta de tanto pecador e fica esse inferno.

Nós, daqui da nossa lan house do purgatório, ouvimos diariamente os gemidos, os gritinhos e o tuntz tuntz de buatchy que nos chega do inferno, que funciona bem aqui embaixo. O inferno é mó inferninho memo.

Já que é assim, sijoga!

Aleléx

PS.: A xuca todos os dias não está contemplada no teste, mas essa falha não prejudica o conjunto.

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