Como perder a virgindade – Aula número 3

1 08 2008

Em nossa terceira aula do curso avançado para virgens desesperados, falaremos sobre um tema fundamental quase nunca abordado: a escolha do lugar onde deverá acontecer o seu primeiro be-bop-a-lula. E, prosseguindo com dicas que você só encontra aqui, alguns comentários úteis sobre o funcionamento do tipililim e da lelé.

A escolha do lugar

Digamos que você já se embolou litruz com a menine ou menine e só está faltando mesmo rolar o be-bop-a-lula. A próxima decisão a ser tomada é: onde rolará o zéguizo? Qual o melhor lugar para sua primeira vez? Existem diversas opções, e falaremos das principais agora.

Casa de amigo

Opção complicada. Depende muito do amigo. Ele é confiável? É meio imaturo e poderia te sacanear? É meio retardado ou avoado, e provavelmente te meteria em roubada? É discreto? Sabe guardar segredo? Pense bem antes de escolher esta opção. O ideal é que seja seu melhor amigo/amiga. Não caia na besteira de combinar algo assim com alguém que você tem pouco contato só porque a figura mora numa casa linda, com piscina e sauna, e, depois que você já tá lá, no maior lóvi, os donos da casa chegam de surpresa acendendo a luz, ou a empregada evangélica abre a porta e tenta exorcizar vocês, ou chega o irmão mais velho de 120 kg lutador de jiu-jitsu.

Sua casa

Essa opção pode ser boa, mas também depende. Uma vez tomada a decisão de que pode ser na sua casa, existem quatro situações básicas. Vamos a elas.

1. Aproveitando a ausência dos pais

É uma das melhores opções, se a ausência for garantida e prolongada. Aproveitar que os pais foram ao cinema ou ao teatro é mico. Arriscado demais. O projetor pode dar problema, o protagonista da peça pode ter um piripaque, eles voltam mais cedo e adeus primeira vez, adeus mesada, adeus playstation novo. Prefira uma viagem em que seus pais vão para Campos de Jordão ou Águas de Lindóia num fim de semana, uma viagem mais longa tipo segunda lua-de-mel, ou miséria parecida.

2. Com os pais em casa mesmo

Aí é desespero. Não recomendamos, mas também não achamos de todo má idéia. É mais excitante, com gosto de aventura, e pode até dar certo. Vai ter de ser mais silencioso, talvez mais corrido, e, é claro, você tem de ter a liberdade de trancar seu quarto por dentro. Se divide o quarto com irmão ou irmã, só rola se eles estão fora. As menines fãs de lelés levam vantagem, porque entre elas é muito mais fácil marcar de dormirem juntas, e aí, na calada da noite, já foi. Se forem dois menines, também não é incomum marcarem de dormir na casa do outro, e tals, e, vapo! O mais complicado é um casalzinho hetero conseguir se trancar num quarto, de dia ou de noite, com pai ou mãe presentes. Mas se você encontrar um jeito, colhega, será uma primeira vez memorável.

3. Você divide apê com amigos

Podia ser melhor, você ocupando o espaço sozinho, mas já é bem bom. Pode rolar numa boa. Depende mais dos amigos ou amigas miseráveis com quem você divide. Têm cabeça boa? São lecaus? Ou são cheios de frescura, dedo-duros, preconceituosos, borderline, esquizóides, loucodocudeles/delas? Se você tem seu próprio quarto e eles são confiáveis, não tem por que não aproveitar. Mas o ideal é pedir para saírem e voltarem bem tarde (se vocês tiverem essa cumplicidade toda), ou esperar que eles estejam viajando.

4. Você mora sozinho

Recomendação única: sijooooooga.

Motel

De longe, a mais tranqüila e recomendável do ponto de vista dos riscos e do conforto (supondo que você seja maior de idade, é claro), porque a miséria toda já foi construída pra facilitar sua vida. Se estiver de carro, então, é o paraíso. Para virgens, o aparato todo pode assustar na primeira vez (muito espelho, muito brilho, muito clima), você ficar ansioso/ansiosa, meio se cobrando desempenho à altura do ambiente (afinal, é outra produção e investimento). Mas, um dia, você vai acabar entrando num; podendo começar logo, eu acho que perde em romantismo, mas é zéguizi pacaráleo.

Carro

Zuuuper romântico, extremamente cinematográfico… mas nem de longe a melhor opção pra primeira vez. Sugerimos só recorrer ao tradicionalíssimo be-bop-a-lula no fuscão ou no possante do seu pai se não tiver outro jeito, tipo se a coisa começar a pegar fogo ali mesmo e você achar que vai perder a chance se tentar ir para outro lugar. Fora isso, prefira as opções acima. Vocês ainda correm o risco de serem presos, se for em lugar público, ou assaltados, se for em lugar deserto. Não tendo outro jeito, prefira o banco de trás; a alavanca de câmbio é inimiga do be-bop-a-lula entre quatro portas.

Escola

É um risco diferente para menines e menines. Os menines, se forem pegos com outro menine no laboratório de química praticando física de partículas, certamente serão suspensos e provavelmente até expulsos. Os menines que forem pegos com uma menine praticando educação zeguizual na biblioteca às escuras podem até acabar com uma fama positiva de pegadores e machões, mas se a lelé envolvida tiver irmão mais velho, o garanhão pode acabar com o olho roxo e o orgulho ferido. A menine que for pega atrás da cantina fazendo sanduíche de lulu com a lelé dela vai virar a puatdabucets da escola, mesmo que não seja, e, por fim, as menines que forem pegas se atracando litruz no almoxarifado, entre vassouras e esfregões, poderão também ser suspensas, talvez expulsas, ter sérios problemas em casa, etc.

Primeira vez na escola? O Lan House não recomenda. Deixa pra fazer na faculdade! hihihi

Casa abandonada

Saycu. Higiene e conforto são fundamentais, e você não é gato/gata vira-lata.

Terreno baldio

Tá loca? Tá maluco? Bebeu? Bom, se bebeu… ah, mew… nem de porre, saycu.

* * *

OK. Uma vez escolhido o lugar, é a hora que todos esperavam: a prática. Vamos a ela:

Tipililim preguiçoso

Assistindo aos vídeos pornôs miseráveis a que você está acostumado, já pode ter lhe ocorrido que o lulu do zé lá às vezes demora muito a bater continência. Na sua cabeça, se fosse com você, mew… a barraquinha da brinks ficaria armada num pulo só.

  • Nada. A mesma coisa pode acontecer com você. Depois que passa a euforia inicial da pegação com a menine ou menine, é comum que o lulu comece a ficar bobão se não estiver recebendo um estímulo mais direto, tipo um cafuné safadenho da brinks.
  • Estar bêbado, ou ansioso litruz, e também quando o parceiro ou parceira não for muito competente no cafuné do tipililim, tudo isso pode fazer o seu joão-bobo demorar mais a bater continência.
  • Assim que o menine pára pra vestir o capotinho de borracha, o lulu pode começar a ficar meio bobinho novamente, e o menine será obrigado a fazer um auto-cafuné para deixá-lo beeeem atento de novo, senão complica pra entrar no túnel da brinks.
  • Se a bazuquinha não estiver bem armadinha, será difícil convencê-la a entrar naquele túnel escuuuuro. O lulu vai dobrar, ou escapulir pra fora, não vai querer se meter lá de jeito nenhum. Porém, se mesmo meia-bomba você conseguir convencê-lo a penetrar o território escorregadio da brinks, pode ser bem mais fácil deixá-lo novamente bem pimpão: é só iniciar a dancinha mágica do be-bop-a-lula.
  • Se o be-bop-a-lula não estiver sendo muito lecaus pro menine, ou ele se distrair com alguma coisa, ou acontecer alguma coisa que desvie sua atenção, pode começar a dar bobeira no lulu novamente, mesmo ele já estando dentro do túnel do amor. O negócio é estar presente de corpo, alma e brinks.

Encontrando a portinha

Você já pode ter ouvido alguma piadinha sobre isso antes. Sim, amigues e amigues, pode ser meio complicado encontrar a portinha da felicidade na menine. Mesmo que, visualmente, você saiba aonde deve encaminhar seu companheirinho da brinks, a portinha da lelé pode ser menor e mais apertadinha do que você pensa, e não vai ser muito fácil saber exatamente onde o lulu tem de botar a cabecinha dele pra espiar o que tem lá dentro.

  • No papai-e-mamãe, é bastante óbvio onde o lulu tem de enfiar a cabecinha, mas, se o menine estiver tentando fazer isso em vôo cego, pode não acertar logo de primeira e ficar aquele vai-não-vai.
  • Na posição do frango assado, a portinha da lelé fica um pouco mais pra cima do que você pensa.
  • Quando a menine está em cima, de frente pro menine, o ângulo do túnel da brinks dela pode dificultar as coisas, e o menine não estará vendo direito o que está fazendo. O melhor é que ela guie o pobre lulu desorientado com a mão.
  • Como eu disse mais acima, se o lulu estiver meio bobão, vai ser dificil convencê-lo a entrar lá: “Não vou, tenho meda!”.
  • Se não estiver conseguindo fazer o lulu entrar onde deve, ele vai escorregar pra cá ou pra lá, e o menine pode pensar que conseguiu (tontinho!) por um ou dois segundos. Hohoho!
  • Tudo isso é mais difícil se o lulu estiver devidamente agasalhado com a gola-rolê de borracha, porque ela diminui a sensibilidade e o menine sentirá menos facilmente onde está o quê.

A gola-rolê de borracha do tipililim

Antes de mais nada, permitam-me dizer que o menine deve sempre usar essa miséria, independentemente das verdades que eu digo abaixo. Todo mundo sabe o que pode acontecer se o menine não usar o capotinho de borracha da brinks. Você já deve ter ouvido gemza reclamando da camisinha, que ela corta a onda, que parece chupar bala com papel etc. E eu acho que é uma pena mesmo não ter outro jeito, porque ao natural é tão mais lecaus… Mas, c’est la vie. Paciência…

  • O capotinho da brinks atrapalha, sim, a espontaneidade. Não dá pra passar numa boa das brinks preliminares para o be-bop-a-lula propriamente dito. O menine tem de parar tudo, se esticar pra pegar a miséria, abrir a poha do envelopinho (que, ainda mais na primeira vez, nunca abre fácil), e vestir o lulu direitinho. Por isso, enquanto ainda é virgem, vá treinando sozinho mesmo.
  • Hoje em dia, tem capotinhos da brinks com cheiros e sabores melhores, mas, no geral, o cheiro não é bom e o gosto é saycu.
  • Atrapalha a sensibilidade, algumas vezes ao ponto de você não ter a sensação exata de estar com seu lulu passeando no túnel da brinks. Mas tem uma vantagem aí: como diminui a sensibilidade, o menine pode conseguir manter a brinks toda por mais tempo, antes da bazuquinha disparar.
  • Às vezes, quando o menine já está lá no túnel da brinks, indo e voltando todo alegrinho, o capotinho pode se entortar, dobrar ou amassar de uns jeitos estranhos e ficar uma sensação esquisita.
  • A golinha-rolê de borracha do tipililim interrompe o fluxo natural das coisas depois que acaba o be-bop-a-lula. O menine tem de tirar o lulu, retirá-la com cuidado e jogá-la fora.

Suquinho de lelé

Hoje em dia, todo menine virgem, por mais mequetrefe que seja, sabe que a lelé produz um suquinho natural e, quando isso acontece, dizemos que a menine está “molhadinha”. Eu também tinha essa informação tão básica, mas acabei aprendendo alguns detalhezinhos sobre o tema, que pouca gente comenta.

  • O suquinho de lelé pode “acabar” a certa altura dos acontecimentos e a menine ficar seca no meio do be-bop-a-lula; se isso acontecer, causará um incômodo.
  • Se a menine ficar molhada demais – litruz, cataartz – durante o be-bop-a-lula, a coisa toda pode começar a deslizar tão fácil que o menine não vai sentir muita coisa. E se ela ficar muito seca (a famosa lelé-do-saara), também não fica lecaus pra nenhum dos dois.
  • Se juntar quantidade suficiente do suquinho de lelé ali na área da brinks, ele vai ficar parecendo tipo vitamina de banana, ou um molhinho tipo maionese… hihihi! Às vezes, o menine termina o be-bop-a-lula e, quando retira o lulu e olha pra baixo, vê tipo uma mega-gotona de suquinho de lelé escorrendo.
  • O suquinho pode escorrer na cama e deixar uma pocinha da brinks nos lençóis – essa pocinha deixa uma mancha esbranquiçada quando seca.

O disparo da bazuquinha

Pela sua vasta e invejável experiência assistindo vídeos pornôs, você pode se perguntar por que o zé lá tem às vezes de fazer auto-cafuné na bazuquinha dele por alguns minutos pra conseguir fazê-la disparar tiros da brinks. O menine, todo virgenzinho-do-cu-dele, pensa assim: “Se fosse eu, pfffffff, que mané auto-cafuné na bazuca: ia direto e reto no teto!”.

  • Neca, colhega. A mesma coisa pode e deve acontecer com você na vida real. Às vezes, durante o zéguizo ou até mesmo no auto-be-bop-a-lula, você simplesmente não consegue fazer a miséria disparar. Se o auto-cafuné não estiver sendo bem feito, neca de funfar. Se o menine estiver ansioso demais para conseguir um be-bop-a-lula a todo custo, neca de funfar também.
  • Existem, sim, os menines que terminam rápido demais e que têm de pensar na avó do menino espinhento da escola ou no fio ensebado que puxa a persiana da casa da tia solteira para não terminar tudo em 5 segundos. Mas também acontece do menine não conseguir nunca chegar ao be-bop-a-lula final. Nem todos os menines são rápidos no gatilho. Claro que isso acontece, mas a arma também pode emperrar e simplesmente se recusar a atirar.
  • Em muitos casos, mesmo depois de armada, não é fácil disparar a pistolinha ou bazuquinha da brinks: é preciso encontrar o ritmo, a intensidade, o jeito, a profundidade, etc., mais adequadas pro menine. Isso não é automático, assim como o menine não pode pegar a própria bazuquinha e brincar com ela de qualquer maneira, que funfa sempre. Cada um faz do jeito que a bazuquinha dispara melhor.
  • Do lado das menines, nem sempre elas querem aquelas intermináveis maratonas de zéguizo.  Às vezes, ficam cansadinhas-do-cu-delas do menine ficar ali, tipo bonecão de posto, disco arranhado só no “nheco-nheco-nheco”, ainda mais se elas não estiverem sentindo nem cosquinha. Pode ser até que comecem a ficar secas e comece a doer. Também pode ser, por outro lado, que elas tenham um ou dois be-bop-a-lulas e pronto, já chega, foi. Às vezes, elas podem ficar satisfeitinhas-do-cu-delas com vinte minutinhos de zéguizo com emoção, e não precisar seguir adiante com a miséria toda.

Bem, menines. Estamos chegando ao final de nosso curso avançado para virgens desesperados. Em nosso próximo post, a conclusão da miséria toda, nossas considerações finais e, caso surjam muitas dúvidas e consultas, pensaremos em dar continuidade.

Aleléx

(Tradução e adaptação exclusivas do Lan House do Purgatório sobre The Virgin’s Guide)

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Como perder a virgindade – Aula número 2

22 07 2008

Continuando nosso curso avançado de zéguizo para menines e menines virgens, veremos hoje algumas diferenças fundamentais entre a vida real e os vídeos pornôs, e alertaremos sobre a bagunça, a melecada e os pequenos acidentes que acontecem.

Clique aqui para a Aula número 1.

Pornografia e Realidade

É muito comum a gente assistir vídeos de zéguizo explícito e confundir o que vemos confortavelmente de fora com o que sentimos durante a prática saudável – porém solitária e potencialmente enganosa – do auto-be-bop-a-lula.

Por exemplo…

Você pode ter fetiche por cenas em que o menine põe o lulu dele no meio das peitcholinhas da menine, prática da brimks que atende pelo nome de “espanhola”. Digamos que você está assistindo isso confortavelmente num vídeo, enquanto faz seu auto-be-bop-a-lula na velocidade 5. Você conhece seu corpo, por isso, dará tudo certo. Mas a verdadeira “espanhola” dificilmente é prática, intensa e envolvente desse jeito. Na vida real, essa técnica pode simplesmente não ser nada do que você imagina. Talvez seja devagar demais, macio demais, sem jeito demais, e você acabe decepcionado.

Outro exemplo: pode ser que, nos vídeos, você adore ver a menine ou menine fazendo upa-upa-cavalinho no menine estando de costas pra ele. Assistir de fora duas pessoas fazendo isso pode parecer um ahazo na buatchy pra você, zuper zemzual. Mas, quando for a sua vez de estar ali deitado, sua visão será apenas as costas da menine ou menine, e, portanto, muito diferente de assistir ao vídeo, quando o estímulo visual (e físico) é bem mais privilegiado.

Portanto, siliga nessas diferenças:

  • Nos vídeos, as posições são adaptadas para deixar a miséria toda bem fotogênica para as câmeras. Na vida real, você vai estar tão próximo do menine ou da menine que, muitas vezes, não dará pra ver nada direito.
  • Na vida real, prepare-se para ser tudo mais suado, bagunçado, desajeitado e amarrotado do que em Hollywood ou nas misérias do Porn Valley. Prepare-se também para todo um mundo de cheiros e sabores diferentes ou inesperados, nem sempre excitantes.
  • De minha parte, nunca trepei estando debaixo dos lençóis. Simplesmente porque aqueles panos todos em cima da gente só servem pra atrapalhar e se meter onde não devem, ué!
  • Também acho que trepar de roupa não tá com nada (dificulta tudo, e o contato de pele com pele é insubstituível). O cinema e a TV mostram zéguizo com roupa o tempo todo. Mas eles têm motivos pra isso. Nós não!
  • Uma coisa que me deixa impressionado nos filmes é a chamada “penetração instantânea”. Hahaha! Como assim, gemza! Um menine e uma menine estão ali, bem à vontade, ainda vestidos, em alguma posição pré-zeguizual. A molier pode estar sentada no colo do menine (ela de calcinha, ele de cueca, lembre-se…), ou ele pode estar vindo por trás dela. A câmera só mostra o rosto dos dois. Então, ele faz um movimento súbito, a molier abafa um suspiro, ambos fecham os olhos e começam a bufar, e todo mundo percebe que o carinha conseguiu a façanha de iniciar um be-bop-a-lula nela! Sim, você percebeu o que quero dizer: na vida real não é assim não! É preciso tirar os panos e obstáculos todos do caminho, alinhar os instrumentos, o menine tem de estar com a bazuquinha dele hiper-bem armadinha, a molier precisa estar toooda molhadinha litrus já, e não raro ele ou ela tem de guiar o lulu com as mãos. Pffffff!

Agora que você já siligou em algumas diferenças entre a vida real e a ficção, siliga naqueles momentos meio “epa-opa-desculpe-perdão-com-licença” – alguns involuntariamente cômicos – que são zuper comuns mas ninguém comenta.

Pois na primeira vez é muito provável que role um ou mais desses…

Pequenos acidentes

  • Algum fio de cabelo ou de pentelho pode ficar preso em algum lugar ou ser arrancado acidentalmente, dando aquela fisgadinha inesperada. Um fio de cabelo ou pentelho provavelmente vai acabar na sua boca.
  • Um dos dois pode perder o equilíbrio na hora de mudar de posição e cair (p.ex., quando ela ou ele, sentadinha ou sentadinho de frente pra você, quiser girar para fazer upa-upa-cavalinho de costas).
  • O contato da pele suada, às vezes recém-depilada, roçando litrus na pele do menine ou da menine pode causar irritação e ficar tudo vermelho.
  • Você pode dar uma cabeçada na cabeceira da cama, hahaha!
  • Seus joelhos e cotovelos podem ficar doloridos depois de um tempo por causa do atrito no lençol, no tapete ou no chão.
  • A menine ou menine estando de quatro e você atrás, o lulu pode escapulir de repente e você dar uma pimbada di cumforça pelo lado de fora. Isso pode machucar e dobrar um pouco seu lulu.
  • Se a menine ou menine estiver fazendo upa-upa-cavalinho em você e o seu lulu escapulir de repente na hora da subida, na hora da descida seu lulu pode ser pego desprevenido e… bem, quebrar o pau. Em geral, o pobre lulu vai dobrar na velocidade da luz e ficar doendo um minutinho. Na pior das hipóteses (mas é raro), pode haver um rompimento de tecidos e aí é fim de festa e pronto-socorro.
  • Você pode cair da cama, bater com o cotovelo na parede ou na mesinha de cabeceira, derrubar o abajur ou alguma miséria desse tipo. Recomendamos ter senso de humor, falar “nemli” e seguir em frente.
  • Podem rolar arranhões, hematomas, puxões de cabelo (até de propósito), marcas de dentes etc. Mas a idéia (também) é (muito) essa. Sijoga!

A Melecada

Provavelmente você já sabe disso, mas zéguizo é uma melecada só; esqueça a assepsia perfeita e a arrumação de hotel 18 estrelas que você vê nos filmes:

  • A primeira melecada, evidentemente, é subir a temperatura corporal e ficar todo mundo suado igual um pangaré albino do brejo no cio.
  • O meladinho da lelé da menine vai escorrer e lambrecar o lençol. Parte da munição do menine também pode acabar nos lençóis depois que ele retirar a camisinha. O chão vai ficar coberto de capinhas de preservativos. O casalzinho pode se entusiasmar nos beijos e deixar a cara um do outro toda babada.
  • Um dos dois pode deixar escapar uma peida destruidora da camada de ozônio no meio dos be-bop-a-lulas. Hihihi.
  • Às vezes, quando o lulu sai da lelé e a menine muda de posição, a lelé dela pode soltar tipo uma peida também. Huhuhu.
  • Se você usar os dedos pra fazer brimks na lelé da menine, eles vão sair de lá tooodos lambrecadinhos. Litruz! Você pode ter de limpar na própria perna, ou no lençol mesmo, tipo guardanapo da brimks. Etiqueta pra que, né, minha gemza. Só não limpe na perna dela, ficadica. Hohoho!
  • Se a menine estiver menstruada e vocês forem fazer zéguizo… é melhor ser romântico, cavalheiro (ou uma dama) ou ter imaginação de Júlio Verne.
  • No zéguizo anal, se não rolar uma limpezinha básica antes, a menine ou menine pode passar cheque no seu lulu. Sim, estamos falando de popô no pupu. Go xuca!
  • Se o zéguizo todo tiver sido lecaus litrus e cheio de emoção e alegrias sem ter fim, ao terminarem vocês vão estar suados (ou suadas), cansados e talvez um pouco tontos. Vão estar descabelados, o rosto vermelho, haverá pentelhos e fios de cabelo grudados pelo corpo, a menine vai ter um pouco do meladinho dela escorrendo pelo pátio da brinks e o menine vai ter um filete do meladinho dele escorrendo da bazuquinha. Haverá pelo menos uma embalagem rasgada de camisinha no chão, os lençóis, travesseiros e fronhas vão estar amarrotados, melados e espalhados por toda parte, e em cima da cama haverá uma ou mais pocinhas da brimks. Se vocês ficarem um tempo juntinhos e abraçadinhos, ou abraçadinhas, estarão peguentos e grudentos, e, quando se afastarem, vai dar aquela sensação de adesivo sendo puxado, sabe? Ain. É meio nojentinho mas é ótimo! rs

E aqui encerramos a aula de hoje. Em nossas próximas aulas, falaremos mais sobre a armação da bazuquinha do menine, sobre a lelé da menine e suas lelezices, auto-be-bop-a-lula do menine e da menine, menine com menine, e muito mais. Stay tuned!

Aleléx

(Tradução e adaptação exclusivas do Lan House do Purgatório sobre The Virgin’s Guide)

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Como perder a virgindade – Aula número 1

18 07 2008

E agora, sem mais nhe-nhe-nhe, vamos dar início à primeira aula de nosso curso para ajudar você, menine ou menine virgem, a aproveitar melhor sua primeira vez. (Leia a Introdução aqui).

Coisas Básicas Que Ninguém Diz Sobre Sexo

Perdi minha virgindade mais tarde do que a média entre os menines. Antes de fazer zéguizo pela primeira vez, já tinha lido tonéis – cataratas – sobre o assunto. Educação Zeguizual na escola (a primeira vulva – evitem falar essa palavra com a boca cheia de farofa – que vi foi um desenho tosco num livro de biologia). Matérias de revista sobre “Como enlouquecer alguém na cama” (por que todo mundo quer enlouquecer todo mundo na cama?). Sites sérios (cof, cof) na internet. Colunas de zeguizóloga de jornal. Fora, é claro, pilhas e mais pilhas de revistinhas de sacanagem e as boas e velhas playboys, sexys e vips da vida (de páginas grudadas, é claro). No final das contas, eu achava que – apesar de nunca ter feito – estava manjando móóinto sobre o assunto.

Pfffffff… Ledo engano!

Um belo dia, a festa de verdade começou pra mim, os be-bop-a-lulas foram acontecendo, e fui descobrindo um montãoooo de coisinhas básicas que eu não fazia a mais pálida idéia! De todas as misérias que li e que assisti, esses detalhes nunca apareciam, ninguém nunca falava neles! Parece até que estavam escrevendo para quem já estava trepando litrus, feito um coelhinho da páscoa geneticamente modificado no cio. E os vídeos pornôs, então? Eles fazem tudo parecer bonito, arrumadinho, lisinho, sem espinhas, brotoejas ou pêlos encravados… Pfffffff…. zéguizo de verdade é outra coisa, minha gemza. Sim, colhega, fiquei tão chocado quanto você está agora. Portanto, vamos começar hoje com um tema zeguizual básico que eu só descobri quando comecei no vamo-vê mermo.

Felizmente, ler sobre isso aqui facilitará litrus a vida do marinheiro (ou olivia palito) de primeira viagem, até porque vai amenizar aquele medinho do desconhecido, aquela ansiedade de não saber como é o deus-me-acuda do amor. O principal mesmo é você saber que o zéguizo não é esse glamour louco e essa coisa clean que a gente vê nos filmes. O que não quer dizer que não seja megafodástico de bom. Fazer amorzinho gostoso ou zéguizo zelvagem-zem-amor e acalmar seu nervosinho na lelé ou no lulu é realmente OMG wow! Mas, em nosso curso, você vai ficar sabendo o que realmente acontece, e não a maquiagem fake da coisa.

Começaremos falando das…

Posições

Dada a minha invejável experiência com revistas e vídeos pornôs, eu sempre achei que posições como papai-e-mamãe, frango assado, a molier por cima, o candelabro russo carpado, etc. eram zuper simples e fáceis de conseguir. Não demorou muito para descobrir que até mesmo elas têm ziliões de variações sutis que dependem de coisas simples mas fundamentais como: onde botamos as pernas, onde o outro bota as pernas, onde nos apoiamos, o que usamos para nos apoiar (cotovelos, mãos, joelhos), o que conseguimos fazer (até onde o lulu consegue ir) estando um ou ambos deitados, agachados, ajoelhados, de quatro, de pé, sentados, de lado, de bruços, de costas, inclinados, invertidos etc.

Uma coisa que muda muito é o ângulo em que o lulu consegue fazer seus miliões de be-bop-a-lulas na lelé ou no roscof do menine ou da menine. Se a gente fica colado no corpo dele ou dela, ou se fica um pouco afastado; e também, como se dá o encaixe dos quadris (e outros encaixes), sem esquecer cerca de 13.076 itens que não dá tempo de tratar agora. E ainda nem falamos de dedos, de unhas (aparadas) e de línguas…

Bem. Dependendo da posição escolhida, a xoxoquinha dela ou o roscof dele pode funcionar mais como um túnel do amor em linha reta, que dá pra entrar e sair com mais facilidade – ou não. É que umas posições limitam um pouco o passeio do lulu, mas permitem uma fricção interna mais loucura-loucura, enquanto outras liberam a entrada até o fundinho do corredor, mas sem que seu lulu se sinta devidamente abraçado, perdendo o efeito corredor-polonês-apertadinho. Vareia, minha gemza.

Para finalizar esta aula (calma, é apenas a primeira de 3.249), fique sabendo coisas que você não sabia sobre o simples e corriqueiro papai-e-mamãe (o lulu por cima e a lelé, toda alegrinha, por baixo):

  • Se o menine deixar as pernas dele esticadas e juntas, a sensação será bem diferente do que seria se ele as afastasse, apoiando os joelhos mais acima na cama. Tipo assim, meio napoleão perdendo a guerra, mas ganhando a lelé.
  • Se a menine ficar deitadinha ali, bonitinha, com as pernas esticadas e juntas, o menine vai conseguir levar seu lulu pra passear até certo ponto. Mas se ela abrir as pernas e cruzá-las nas costas dele, toda sapequinha, o lulu em questão conseguirá fazer be-bop-a-lulas atééé quase o final do corredor da brimks!
  • Se o menine se apoiar nos cotovelos, o lulu dele fará contatos imediatos da brimks por um ângulo e a dancinha mágica do amor será, talvez, um bolero mais comportado tipo ai-ui. Mas se ele esticar os braços e ficar apoiado sobre as mãos, o ângulo será outro e a dancinha mágica poderá ser, digamos, a dança do quadrado com giratória!
  • Se os ossinhos do quadril dos dois estiverem se encontrando na brimks mais ou menos na mesma altura, isso dará um certo ângulo e profundidade. Vocês podem variar encaixando o quadril mais pra cima ou pra baixo, e o ângulo e a profundidade já mudam, trazendo renovada alegria ao coração, ao lulu e à lelé.
  • Se o peito do menine ficar paralelo ao da menine, será de um jeito. Mas se os dois se afastarem, da cintura pra cima, num ângulo de 45 graus, a sensação já vai ser outra. Fica ao gosto do freguês.
  • O que funciona bem com uma menine pequena pode não funcionar tão bem com outra que tenha quase a altura do menine, ou que seja mais alta que ele. Será preciso adotar novas variações conforme o caso.

E isso tudo foi apenas no papai-e-mamãe! A idéia é experimentar bastante e não ficar acomodado a uma única posição da brimks. Procure sempre o jeito que deixa os dois mais à vontade (estamos presumindo que você não é egoísta e não quer ser o único a ficar à vontade, ok, colhega?).

Em nossas próximas aulas, falaremos de pequenos acidentes que acontecem mas ninguém nunca comenta, e também da bagunça e da porcalhada que fica, e como minimizar as duas coisas. E muito mais. Não perdam!

Aleléx

(Tradução e adaptação exclusivas do Lan House do Purgatório sobre The Virgin’s Guide)

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Como perder a virgindade – Guia Completo

15 07 2008

O Lan House do Purgatório orgulhosamente traz para você, menine ou menine que ainda é virgem, um guia revolucionário e inovador que irá prepará-lo para finalmente fazer contatos imediatos de quinto e até sexto grau com alguém pela primeira vez!

Você não está sozinho!

Seus dias de resolver sozinho(a) o aflitivo nervosinho na lelé ou no lulu estão contados! Saiba exatamente o que dizer e fazer para não parecer um perfeito paspalho ou tontinha quando for fazer miliões de be-bop-a-lulas com o ser amado ou simplesmente desejado!

Esta é apenas a introdução de uma longa série que, passo a passo, o deixará preparado para fazer zéguizo de verdade, e não com uma patética boneca inflável, com a sua constrangedora imaginação depravada, uma revista de molier nua de páginas grudadas ou qualquer outro objeto ou legume que talvez seja melhor nem imaginar.

Se você ainda é virgem aos 18 – tá, vai, nenhuma tragédia. Aos 20 e poucos – hum… OK, não é o fim do mundo. Agora, aos 30, vamos encarar os fatos: você precisa do nosso guia. Aliás, saiba que existem muito mais menines do que você imagina na mesma situação.

A grande verdade é que menines mentem como ornitorrincos hermafroditas albinos no cio sobre a própria experiência zeguizual porque morrem de vergonha.

E, como todo o mundo fofoca litruz com a galere sobre tudo, não se engane: se você for um desastre na cama, todos os seus amigos e amigas vão ficar sabendo! (fazer pressão é tudo nessa vida).

A boa notícia é que você não tem de continuar inventando historinhas ridículas, nem ficar apenas imaginando como seria fazer zéguizo. Com o nosso curso absolutamente realista e totalmente digrátis, você irá aprender todos os detalhes imprescindíveis para fazer seu órgão zenital ahazar que nem travesti na noite de estréia.

Sim, sabemos que você já assistiu a 7.043 vídeos toscos de zéguizo-selvagem-sem-amor e deve achar que tem uma boa idéia da coisa, mas o zéguizo de verdade não tem nada a ver com essas misérias de Porno Valley, colhega, siliga.

Em nosso fabuloso guia completo para perder a virgindade você aprenderá:

  • qual a verdadeira sensação de fazer zéguizo
  • a ter tudo preparado para a hora agá
  • como agir se não conseguir fazer seu lulu bater continência
  • o que fazer para não perceberem que é sua primeira vez
  • como limpar direitinho “lá embaixo” antes de #@$&%*#@
  • sobre as melhores técnicas de depilação
  • as melhores posições para a primeira vez
  • e muito mais…

Encerrando esta Introdução, só para você ter noção do que apresentaremos, uma dica especial para menines que têm lulu (mas não se preocupe; nosso curso não deixará ninguém de fora, todos os casos serão contemplados nas próximas aulas, temos dicas até fazer pocinha).

“Como é a zemzação de comer uma lelé ou um roscof de verdade?”

Pergunte para 100 pessoas e serão 100 respostas diferentes. A gente ouve de tudo, desde que parece saborear uma “tortinha de maçã recém-saída do forno” até “o paraíso na terra”. Mas esse tipo de resposta idiota não serve pra nada. Para saber realmente como é a sensação – sem ser o artigo genuíno – é preciso ter algum tipo de modelo real, concreto. Descrição nenhuma daria conta do recado, nem que fosse o próprio Pablo Neruda declamando a miséria com voz de bordel.

O mais perto que você pode chegar disso é com um brinquedinho chamado FleshLight. Nada menos que o acessório da brimks mais OMG wow do mundo, uma verdadeira lelé/roscof de bolso. Dá até pra aquecer o danadinho para ficar ainda mais parecido com o artigo original, hihihi! Por fora, é igual uma lanterna; conheço quem o leve por aí disfarçado de chaveiro, tipo: vai que falta luz…

Você o encontra no link abaixo. Tem um videozinho mostrando comofas (de bom gosto, nem precisa esperar ver alguém comendo uma lanterna que hoje não tem colhega, a gente até que procurou). Não é baratíssimo, mas vale os 60 dólares se você quiser chegar o mais perto possível da realidade antes de meter a mão (e o lulu) na massa…

Clique aqui para ver a lelé/roscof da brimks.

[Tonhão da regulagem aprovou e pediu bis]

Bem, menines, esta foi apenas a introdução. Não percam, em breve, a primeira aula desta mistura de Don Juan com Casanova que vos fala: eu, o mestre dos magos do zéguizo zemzuau e magnetismo animal fofo,

Aleléx

(Tradução e adaptação exclusivas do Lan House do Purgatório sobre The Virgin’s Guide)

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