Descubra sua tara sexual rara

12 08 2008

No zéguizo, a maioria dos mortais se conforma com um papai-e-mamãe caprichado, um franguinho assado, uma chupinhadinha aqui, outra ali, e talvez uma ou outra ousadia que assistiu uma vez num filme pornô/erótico, como nos clássicos eternos “Rebuceteio pra valer – E você, rebuceteia?” ou “Nove semanas e meia de be-bop-a-lula”.

Mas, como o mundo é grande e tem gemza pra tudo, o Lan House traz hoje para vocês alguns fetiches raros, entre o “hum, OK, nunca fiz, nem pensei nisso, mas até que pode pode ser excitante” e o “meda, pânica, de quem faz isso”. Como de praxe em nossa Lan, faremos alguns breves comentários inúteis instrutivos, contextualizando cada caso para refletirmos juntos sobre a (cof, cof) condição humana.

Vamos ao que interessa.

  • Tara miserável: Autofelação

É mamar a si mesmo. Segundo um estudo zuper sério (cof, cof), apenas dois em cada três mil homens são capazes de realizar essa miséria proeza, que exige 1) um megalulu e 2) coluna vertebral extremamente flexível. Trata-se provavelmente da tara mais antiga que se conhece, pois arqueólogos já encontraram hieróglifos do antigo Egito representando homens chupinhando dicumforça a própria carálea. Duas variantes dessa tara são o autocunnilingus (versão feminina da autofelação, ou seja, quando a menine cai de boca na própria lelé) e a autopederastia (no popular, pegar a si mesmo dicumjeito com o próprio material, ou seja, introduzir o lulu no próprio roscof, dobrando-o para trás).

Comentário da Lan: O menine ou a menine que nunca pensou ou tentou se curvar todinho/todinha cheio de idéias na cabeça, que levante todos os dedos (dos pés e das mãos) e diga “ultramicroscopicossilicovulcanoconiótico” na língua do pê. Já pensou sim! Todo mundo já ouviu falar que o Marilyn Manson retirou cirurgicamente um par de costelas para conseguir chupinhar o próprio lulu (dizem que isso é lenda erótico-urbana), agora… autopederastia com o próprio lulu, dobrado pra trás!… Quem aí souber de um caso confirmado, avise aqui na Lan, porque, até segunda ordem, isso é ficção-erótico-científica.

  • Tara miserável: Autonepiofilia

Prazer que certa gemza tem em vestir uma bela fralda da Turma da Mônica (ou um moderno modelito Pamper’s antivazamento), envergar um belo babador com desenho da Hello Kitty ou da Moranguinho, meter uma chupeta anatômica na boca e ser tratado como um bebê pelo menine ou menine com quem faz zéguizo. É uma prática com centenas de adeptos e fóruns na Internet, e existe até um sub-gênero pornográfico dedicado a ela. Pesquise aí, seu taradenho, sua taradenha, porque não vamos ficar linkando todo tipo de miséria pela rede.

Comentário da Lan: Eu me pergunto se o mico vai ao ponto de botar o menine pra arrotar. Serviço completo, né, minha gemza. Não comentaremos sobre a papinha.

  • Tara miserável: Dendrofilia

Amor zemzual pelas árvores. Algumas pessoas só chegam ao clímax (que palavra breeeega: clímax…) quando se embolam litruz com o tronco ou os ramos das árvores. Dizem que as raízes dessa tara estão na infância, quando o menine descobre um inesperado prazer zeguizual cada vez que trepa num baobá-do-brejo ou num ipê-roxo.

Comentário da Lan: Que tipo de lulu mutante pode sobreviver ao atrito com uma casca de árvore miserável? Fazer um buraquinho numa bananeira eu já ouvi falar litruz, dizem que é muito comum no interior; não sei como funciona, mas suponho que o miolinho ali dentro é macio. Agora, árvore?! Saycu.

  • Tara miserável: Insuflação

O mau costume de soprar dicumforça nos orifícios corporais alheios. Dizemos “mau” porque, em certas partes (como o buraquinho do lulu ou da lelé), a soprada da brinks pode ser prejudicial à saúde, pois existe a possibilidade de entrar ar na corrente sanguínea causando uma embolia.

Comentário da Lan: Será que tem gemza que gosta de soprar no buraquinho do nariz também? No ouvido!? No roscof (uiiiii)?! O movimento de sucção me parece tão mais interessante… tem sempre quem é do contra mesmo.

  • Tara miserável: Somnofilia

Atração zeguizual por desconhecidos adormecidos, que o tarado chega e quer bolinar e fazer be-bop-a-lula enquanto a vítima dorme e ronca igual um anjinho lesadinhodocudele. Haja sono pesado. Mais fácil é a tara do hipnofílico, que se contenta em fazer um auto-be-bop-a-lula enquanto olha o belo ou bela adormecida dando um plá com Morfeu.

Comentário da Lan: Levanta o dedo aí quem nunca pensou (mesmo que por apenas 0,0307 segundo) em se aproveitar de uma situação parecida. Se o sono da vítima é por causa de bebida, então, ctzzzzz que isso já passou pela sua cabeça. Bolinar gemza dormindo deve ter muitos adeptos, e imagino que nas velocidades 1 a 5 (sendo 1 para uma bolinada bem inofensiva em quem tem sono leve e a 5 para um be-bop-a-lula frenético completo numa menine desacordada, tipo aquela cena do filme “Kids” com a – ui! – Chloë Sevigny).

  • Tara miserável: Agrexofilia

É quem só se excita quando sabe que há mais gemza escutando o be-bop-a-lula a todo vapor. Tipo, aquela vizinha safadenha que berra como uma cabritaloucadocudela sempre que recebe uma visita da brinks; e depois nos sorri, felizinhadocudela, quando cruzamos com a exibidinha no corredor.

Comentário da Lan: Imagino outras possibilidades além de se esgoelar ou gemer litruz pra todo mundo ouvir o be-bop-a-lula: ter uma cama toda desengonçada, com molas rangendo loucamente. Se você conhece outras modalidades, ou bons casos de agrexofilia, conte na Lan! Melhor ainda: grave a miséria e mande pra nós em mp3, que provavelmente faremos um podcast com ela.

  • Tara miserável: Candaulismo

Variação do voyeurismo, envolve três gemza, quase sempre o casal e um terceiro elemento desconhecido. O candaulista deixa a mulher dele arranjar um be-bop-a-lula com outro menine (ou com outra menine) e fica assistindo a tudo escondido, achando o máximo e fazendo auto-be-bop-a-lula frenético com giratória atrás da cortina ou dentro do armário.

Comentário da Lan: Recomenda-se uma faxineira atenta aos detalhes para os praticantes dessa modalidade de voyeurismo, ou a cortina e o armário podem sofrer danos irreparáveis. E você? Já fez auto-be-bop-a-lula assistindo escondido outra gemza fazendo brinks litruz? Conte pra gente sua pequena aventura voyeurística.

  • Tara miserável: Olfatofilia

Gemza que se excita com o aroma zenital da parceira ou parceiro e que consegue chegar ao be-bop-a-lula supremo utilizando apenas a narebinha, seja cafungando diretamente sobre a região da brinks suadinha, seja cafungando calcinhas ou cuecas usadas.

Comentário da Lan: Ah, o cheiro natural de gemza bem tratada e de bons hábitos é uma delícia mesmo. Há quem prefira cafungar eflúvios mais violentos, tipo os vapores da virilha de Tonhão Medonho depois de um dia inteiro virando laje (ecaaaa!), mas o Lan House recomenda: banhinho tomado, nada de desodorante antes do zéguizo (tem gosto ruim), e os aromas do campo da brinks estarão no ar, que lindo! Respira fundo… hihihi

  • Tara miserável: Altocalcifilia

Tesão louco por sapatos de salto alto tipo agulha. O altocalciflílico pode gostar de chupar o salto como se chupa um osso-buco, ou de ser pisado dicumforça por uma menine calçando a miséria. E não sente nada por sapatos que não tenham um salto beeeem alto e fino.

Comentário da Lan: Sapatos femininos de salto alto bem fininho são realmente muito zéguizis, mas eu não queria ser pisado por nenhum, e muito menos chuparia um salto alto, ow! Prefiro descalçar o pezinho mimoso da menine com toooodo carinho e tirar ele do caminho, hihihi.

  • Tara miserável: Andromimetofilia/Ginecomimetofilia

O nome parece complicado, mas é mais comum do que parece. Trata-se da atração zeguizual por homens vestidos de mulher, mulheres vestidas de homem, ou por transgêneros,  operadinhos/operadinhas do lulu/lelé delas ou não. Um dos mais comuns é o menine querer que a menine se vista de homem, venha por trás e vapo no roscof dele! Mas há vááárias combinações possíveis…

Comentário da Lan: Sempre me fascinou a quantidade de combinações que podem ser feitas. O menine pode curtir se vestir de mulher e querer pegar dicumforça uma menine de verdade! O mesmo menine pode querer que outro menine se vista de mulher e pegue ele dicumforça pela porta dos fundos. Ou o contrário: ele invadir a porta dos fundos do menine vestido de menine. Uma menine pode querer que outra menine vestida de menine chegue nela e… ai, fiquei confuso! Façam as combinações possíveis aí na cabeça imunda criativa de vocês.

* * *

Conhece alguma tara rara interessante que não citamos? Traga pra gente. Se houver material suficiente, faremos outro post só com as taras raras da galere.

Para a lista completa de misérias zeguizuais raras (porém, em espanhol, e sem os nossos comentários exclusivos de alta relevância e percuciência), visite o site original aqui.

Aleléx

P.S.: O Lan House agradece ao Bruno pela dica do site taradenho! Gractos!

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Como perder a virgindade – Aula número 3

1 08 2008

Em nossa terceira aula do curso avançado para virgens desesperados, falaremos sobre um tema fundamental quase nunca abordado: a escolha do lugar onde deverá acontecer o seu primeiro be-bop-a-lula. E, prosseguindo com dicas que você só encontra aqui, alguns comentários úteis sobre o funcionamento do tipililim e da lelé.

A escolha do lugar

Digamos que você já se embolou litruz com a menine ou menine e só está faltando mesmo rolar o be-bop-a-lula. A próxima decisão a ser tomada é: onde rolará o zéguizo? Qual o melhor lugar para sua primeira vez? Existem diversas opções, e falaremos das principais agora.

Casa de amigo

Opção complicada. Depende muito do amigo. Ele é confiável? É meio imaturo e poderia te sacanear? É meio retardado ou avoado, e provavelmente te meteria em roubada? É discreto? Sabe guardar segredo? Pense bem antes de escolher esta opção. O ideal é que seja seu melhor amigo/amiga. Não caia na besteira de combinar algo assim com alguém que você tem pouco contato só porque a figura mora numa casa linda, com piscina e sauna, e, depois que você já tá lá, no maior lóvi, os donos da casa chegam de surpresa acendendo a luz, ou a empregada evangélica abre a porta e tenta exorcizar vocês, ou chega o irmão mais velho de 120 kg lutador de jiu-jitsu.

Sua casa

Essa opção pode ser boa, mas também depende. Uma vez tomada a decisão de que pode ser na sua casa, existem quatro situações básicas. Vamos a elas.

1. Aproveitando a ausência dos pais

É uma das melhores opções, se a ausência for garantida e prolongada. Aproveitar que os pais foram ao cinema ou ao teatro é mico. Arriscado demais. O projetor pode dar problema, o protagonista da peça pode ter um piripaque, eles voltam mais cedo e adeus primeira vez, adeus mesada, adeus playstation novo. Prefira uma viagem em que seus pais vão para Campos de Jordão ou Águas de Lindóia num fim de semana, uma viagem mais longa tipo segunda lua-de-mel, ou miséria parecida.

2. Com os pais em casa mesmo

Aí é desespero. Não recomendamos, mas também não achamos de todo má idéia. É mais excitante, com gosto de aventura, e pode até dar certo. Vai ter de ser mais silencioso, talvez mais corrido, e, é claro, você tem de ter a liberdade de trancar seu quarto por dentro. Se divide o quarto com irmão ou irmã, só rola se eles estão fora. As menines fãs de lelés levam vantagem, porque entre elas é muito mais fácil marcar de dormirem juntas, e aí, na calada da noite, já foi. Se forem dois menines, também não é incomum marcarem de dormir na casa do outro, e tals, e, vapo! O mais complicado é um casalzinho hetero conseguir se trancar num quarto, de dia ou de noite, com pai ou mãe presentes. Mas se você encontrar um jeito, colhega, será uma primeira vez memorável.

3. Você divide apê com amigos

Podia ser melhor, você ocupando o espaço sozinho, mas já é bem bom. Pode rolar numa boa. Depende mais dos amigos ou amigas miseráveis com quem você divide. Têm cabeça boa? São lecaus? Ou são cheios de frescura, dedo-duros, preconceituosos, borderline, esquizóides, loucodocudeles/delas? Se você tem seu próprio quarto e eles são confiáveis, não tem por que não aproveitar. Mas o ideal é pedir para saírem e voltarem bem tarde (se vocês tiverem essa cumplicidade toda), ou esperar que eles estejam viajando.

4. Você mora sozinho

Recomendação única: sijooooooga.

Motel

De longe, a mais tranqüila e recomendável do ponto de vista dos riscos e do conforto (supondo que você seja maior de idade, é claro), porque a miséria toda já foi construída pra facilitar sua vida. Se estiver de carro, então, é o paraíso. Para virgens, o aparato todo pode assustar na primeira vez (muito espelho, muito brilho, muito clima), você ficar ansioso/ansiosa, meio se cobrando desempenho à altura do ambiente (afinal, é outra produção e investimento). Mas, um dia, você vai acabar entrando num; podendo começar logo, eu acho que perde em romantismo, mas é zéguizi pacaráleo.

Carro

Zuuuper romântico, extremamente cinematográfico… mas nem de longe a melhor opção pra primeira vez. Sugerimos só recorrer ao tradicionalíssimo be-bop-a-lula no fuscão ou no possante do seu pai se não tiver outro jeito, tipo se a coisa começar a pegar fogo ali mesmo e você achar que vai perder a chance se tentar ir para outro lugar. Fora isso, prefira as opções acima. Vocês ainda correm o risco de serem presos, se for em lugar público, ou assaltados, se for em lugar deserto. Não tendo outro jeito, prefira o banco de trás; a alavanca de câmbio é inimiga do be-bop-a-lula entre quatro portas.

Escola

É um risco diferente para menines e menines. Os menines, se forem pegos com outro menine no laboratório de química praticando física de partículas, certamente serão suspensos e provavelmente até expulsos. Os menines que forem pegos com uma menine praticando educação zeguizual na biblioteca às escuras podem até acabar com uma fama positiva de pegadores e machões, mas se a lelé envolvida tiver irmão mais velho, o garanhão pode acabar com o olho roxo e o orgulho ferido. A menine que for pega atrás da cantina fazendo sanduíche de lulu com a lelé dela vai virar a puatdabucets da escola, mesmo que não seja, e, por fim, as menines que forem pegas se atracando litruz no almoxarifado, entre vassouras e esfregões, poderão também ser suspensas, talvez expulsas, ter sérios problemas em casa, etc.

Primeira vez na escola? O Lan House não recomenda. Deixa pra fazer na faculdade! hihihi

Casa abandonada

Saycu. Higiene e conforto são fundamentais, e você não é gato/gata vira-lata.

Terreno baldio

Tá loca? Tá maluco? Bebeu? Bom, se bebeu… ah, mew… nem de porre, saycu.

* * *

OK. Uma vez escolhido o lugar, é a hora que todos esperavam: a prática. Vamos a ela:

Tipililim preguiçoso

Assistindo aos vídeos pornôs miseráveis a que você está acostumado, já pode ter lhe ocorrido que o lulu do zé lá às vezes demora muito a bater continência. Na sua cabeça, se fosse com você, mew… a barraquinha da brinks ficaria armada num pulo só.

  • Nada. A mesma coisa pode acontecer com você. Depois que passa a euforia inicial da pegação com a menine ou menine, é comum que o lulu comece a ficar bobão se não estiver recebendo um estímulo mais direto, tipo um cafuné safadenho da brinks.
  • Estar bêbado, ou ansioso litruz, e também quando o parceiro ou parceira não for muito competente no cafuné do tipililim, tudo isso pode fazer o seu joão-bobo demorar mais a bater continência.
  • Assim que o menine pára pra vestir o capotinho de borracha, o lulu pode começar a ficar meio bobinho novamente, e o menine será obrigado a fazer um auto-cafuné para deixá-lo beeeem atento de novo, senão complica pra entrar no túnel da brinks.
  • Se a bazuquinha não estiver bem armadinha, será difícil convencê-la a entrar naquele túnel escuuuuro. O lulu vai dobrar, ou escapulir pra fora, não vai querer se meter lá de jeito nenhum. Porém, se mesmo meia-bomba você conseguir convencê-lo a penetrar o território escorregadio da brinks, pode ser bem mais fácil deixá-lo novamente bem pimpão: é só iniciar a dancinha mágica do be-bop-a-lula.
  • Se o be-bop-a-lula não estiver sendo muito lecaus pro menine, ou ele se distrair com alguma coisa, ou acontecer alguma coisa que desvie sua atenção, pode começar a dar bobeira no lulu novamente, mesmo ele já estando dentro do túnel do amor. O negócio é estar presente de corpo, alma e brinks.

Encontrando a portinha

Você já pode ter ouvido alguma piadinha sobre isso antes. Sim, amigues e amigues, pode ser meio complicado encontrar a portinha da felicidade na menine. Mesmo que, visualmente, você saiba aonde deve encaminhar seu companheirinho da brinks, a portinha da lelé pode ser menor e mais apertadinha do que você pensa, e não vai ser muito fácil saber exatamente onde o lulu tem de botar a cabecinha dele pra espiar o que tem lá dentro.

  • No papai-e-mamãe, é bastante óbvio onde o lulu tem de enfiar a cabecinha, mas, se o menine estiver tentando fazer isso em vôo cego, pode não acertar logo de primeira e ficar aquele vai-não-vai.
  • Na posição do frango assado, a portinha da lelé fica um pouco mais pra cima do que você pensa.
  • Quando a menine está em cima, de frente pro menine, o ângulo do túnel da brinks dela pode dificultar as coisas, e o menine não estará vendo direito o que está fazendo. O melhor é que ela guie o pobre lulu desorientado com a mão.
  • Como eu disse mais acima, se o lulu estiver meio bobão, vai ser dificil convencê-lo a entrar lá: “Não vou, tenho meda!”.
  • Se não estiver conseguindo fazer o lulu entrar onde deve, ele vai escorregar pra cá ou pra lá, e o menine pode pensar que conseguiu (tontinho!) por um ou dois segundos. Hohoho!
  • Tudo isso é mais difícil se o lulu estiver devidamente agasalhado com a gola-rolê de borracha, porque ela diminui a sensibilidade e o menine sentirá menos facilmente onde está o quê.

A gola-rolê de borracha do tipililim

Antes de mais nada, permitam-me dizer que o menine deve sempre usar essa miséria, independentemente das verdades que eu digo abaixo. Todo mundo sabe o que pode acontecer se o menine não usar o capotinho de borracha da brinks. Você já deve ter ouvido gemza reclamando da camisinha, que ela corta a onda, que parece chupar bala com papel etc. E eu acho que é uma pena mesmo não ter outro jeito, porque ao natural é tão mais lecaus… Mas, c’est la vie. Paciência…

  • O capotinho da brinks atrapalha, sim, a espontaneidade. Não dá pra passar numa boa das brinks preliminares para o be-bop-a-lula propriamente dito. O menine tem de parar tudo, se esticar pra pegar a miséria, abrir a poha do envelopinho (que, ainda mais na primeira vez, nunca abre fácil), e vestir o lulu direitinho. Por isso, enquanto ainda é virgem, vá treinando sozinho mesmo.
  • Hoje em dia, tem capotinhos da brinks com cheiros e sabores melhores, mas, no geral, o cheiro não é bom e o gosto é saycu.
  • Atrapalha a sensibilidade, algumas vezes ao ponto de você não ter a sensação exata de estar com seu lulu passeando no túnel da brinks. Mas tem uma vantagem aí: como diminui a sensibilidade, o menine pode conseguir manter a brinks toda por mais tempo, antes da bazuquinha disparar.
  • Às vezes, quando o menine já está lá no túnel da brinks, indo e voltando todo alegrinho, o capotinho pode se entortar, dobrar ou amassar de uns jeitos estranhos e ficar uma sensação esquisita.
  • A golinha-rolê de borracha do tipililim interrompe o fluxo natural das coisas depois que acaba o be-bop-a-lula. O menine tem de tirar o lulu, retirá-la com cuidado e jogá-la fora.

Suquinho de lelé

Hoje em dia, todo menine virgem, por mais mequetrefe que seja, sabe que a lelé produz um suquinho natural e, quando isso acontece, dizemos que a menine está “molhadinha”. Eu também tinha essa informação tão básica, mas acabei aprendendo alguns detalhezinhos sobre o tema, que pouca gente comenta.

  • O suquinho de lelé pode “acabar” a certa altura dos acontecimentos e a menine ficar seca no meio do be-bop-a-lula; se isso acontecer, causará um incômodo.
  • Se a menine ficar molhada demais – litruz, cataartz – durante o be-bop-a-lula, a coisa toda pode começar a deslizar tão fácil que o menine não vai sentir muita coisa. E se ela ficar muito seca (a famosa lelé-do-saara), também não fica lecaus pra nenhum dos dois.
  • Se juntar quantidade suficiente do suquinho de lelé ali na área da brinks, ele vai ficar parecendo tipo vitamina de banana, ou um molhinho tipo maionese… hihihi! Às vezes, o menine termina o be-bop-a-lula e, quando retira o lulu e olha pra baixo, vê tipo uma mega-gotona de suquinho de lelé escorrendo.
  • O suquinho pode escorrer na cama e deixar uma pocinha da brinks nos lençóis – essa pocinha deixa uma mancha esbranquiçada quando seca.

O disparo da bazuquinha

Pela sua vasta e invejável experiência assistindo vídeos pornôs, você pode se perguntar por que o zé lá tem às vezes de fazer auto-cafuné na bazuquinha dele por alguns minutos pra conseguir fazê-la disparar tiros da brinks. O menine, todo virgenzinho-do-cu-dele, pensa assim: “Se fosse eu, pfffffff, que mané auto-cafuné na bazuca: ia direto e reto no teto!”.

  • Neca, colhega. A mesma coisa pode e deve acontecer com você na vida real. Às vezes, durante o zéguizo ou até mesmo no auto-be-bop-a-lula, você simplesmente não consegue fazer a miséria disparar. Se o auto-cafuné não estiver sendo bem feito, neca de funfar. Se o menine estiver ansioso demais para conseguir um be-bop-a-lula a todo custo, neca de funfar também.
  • Existem, sim, os menines que terminam rápido demais e que têm de pensar na avó do menino espinhento da escola ou no fio ensebado que puxa a persiana da casa da tia solteira para não terminar tudo em 5 segundos. Mas também acontece do menine não conseguir nunca chegar ao be-bop-a-lula final. Nem todos os menines são rápidos no gatilho. Claro que isso acontece, mas a arma também pode emperrar e simplesmente se recusar a atirar.
  • Em muitos casos, mesmo depois de armada, não é fácil disparar a pistolinha ou bazuquinha da brinks: é preciso encontrar o ritmo, a intensidade, o jeito, a profundidade, etc., mais adequadas pro menine. Isso não é automático, assim como o menine não pode pegar a própria bazuquinha e brincar com ela de qualquer maneira, que funfa sempre. Cada um faz do jeito que a bazuquinha dispara melhor.
  • Do lado das menines, nem sempre elas querem aquelas intermináveis maratonas de zéguizo.  Às vezes, ficam cansadinhas-do-cu-delas do menine ficar ali, tipo bonecão de posto, disco arranhado só no “nheco-nheco-nheco”, ainda mais se elas não estiverem sentindo nem cosquinha. Pode ser até que comecem a ficar secas e comece a doer. Também pode ser, por outro lado, que elas tenham um ou dois be-bop-a-lulas e pronto, já chega, foi. Às vezes, elas podem ficar satisfeitinhas-do-cu-delas com vinte minutinhos de zéguizo com emoção, e não precisar seguir adiante com a miséria toda.

Bem, menines. Estamos chegando ao final de nosso curso avançado para virgens desesperados. Em nosso próximo post, a conclusão da miséria toda, nossas considerações finais e, caso surjam muitas dúvidas e consultas, pensaremos em dar continuidade.

Aleléx

(Tradução e adaptação exclusivas do Lan House do Purgatório sobre The Virgin’s Guide)

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Como perder a virgindade – Guia Completo

15 07 2008

O Lan House do Purgatório orgulhosamente traz para você, menine ou menine que ainda é virgem, um guia revolucionário e inovador que irá prepará-lo para finalmente fazer contatos imediatos de quinto e até sexto grau com alguém pela primeira vez!

Você não está sozinho!

Seus dias de resolver sozinho(a) o aflitivo nervosinho na lelé ou no lulu estão contados! Saiba exatamente o que dizer e fazer para não parecer um perfeito paspalho ou tontinha quando for fazer miliões de be-bop-a-lulas com o ser amado ou simplesmente desejado!

Esta é apenas a introdução de uma longa série que, passo a passo, o deixará preparado para fazer zéguizo de verdade, e não com uma patética boneca inflável, com a sua constrangedora imaginação depravada, uma revista de molier nua de páginas grudadas ou qualquer outro objeto ou legume que talvez seja melhor nem imaginar.

Se você ainda é virgem aos 18 – tá, vai, nenhuma tragédia. Aos 20 e poucos – hum… OK, não é o fim do mundo. Agora, aos 30, vamos encarar os fatos: você precisa do nosso guia. Aliás, saiba que existem muito mais menines do que você imagina na mesma situação.

A grande verdade é que menines mentem como ornitorrincos hermafroditas albinos no cio sobre a própria experiência zeguizual porque morrem de vergonha.

E, como todo o mundo fofoca litruz com a galere sobre tudo, não se engane: se você for um desastre na cama, todos os seus amigos e amigas vão ficar sabendo! (fazer pressão é tudo nessa vida).

A boa notícia é que você não tem de continuar inventando historinhas ridículas, nem ficar apenas imaginando como seria fazer zéguizo. Com o nosso curso absolutamente realista e totalmente digrátis, você irá aprender todos os detalhes imprescindíveis para fazer seu órgão zenital ahazar que nem travesti na noite de estréia.

Sim, sabemos que você já assistiu a 7.043 vídeos toscos de zéguizo-selvagem-sem-amor e deve achar que tem uma boa idéia da coisa, mas o zéguizo de verdade não tem nada a ver com essas misérias de Porno Valley, colhega, siliga.

Em nosso fabuloso guia completo para perder a virgindade você aprenderá:

  • qual a verdadeira sensação de fazer zéguizo
  • a ter tudo preparado para a hora agá
  • como agir se não conseguir fazer seu lulu bater continência
  • o que fazer para não perceberem que é sua primeira vez
  • como limpar direitinho “lá embaixo” antes de #@$&%*#@
  • sobre as melhores técnicas de depilação
  • as melhores posições para a primeira vez
  • e muito mais…

Encerrando esta Introdução, só para você ter noção do que apresentaremos, uma dica especial para menines que têm lulu (mas não se preocupe; nosso curso não deixará ninguém de fora, todos os casos serão contemplados nas próximas aulas, temos dicas até fazer pocinha).

“Como é a zemzação de comer uma lelé ou um roscof de verdade?”

Pergunte para 100 pessoas e serão 100 respostas diferentes. A gente ouve de tudo, desde que parece saborear uma “tortinha de maçã recém-saída do forno” até “o paraíso na terra”. Mas esse tipo de resposta idiota não serve pra nada. Para saber realmente como é a sensação – sem ser o artigo genuíno – é preciso ter algum tipo de modelo real, concreto. Descrição nenhuma daria conta do recado, nem que fosse o próprio Pablo Neruda declamando a miséria com voz de bordel.

O mais perto que você pode chegar disso é com um brinquedinho chamado FleshLight. Nada menos que o acessório da brimks mais OMG wow do mundo, uma verdadeira lelé/roscof de bolso. Dá até pra aquecer o danadinho para ficar ainda mais parecido com o artigo original, hihihi! Por fora, é igual uma lanterna; conheço quem o leve por aí disfarçado de chaveiro, tipo: vai que falta luz…

Você o encontra no link abaixo. Tem um videozinho mostrando comofas (de bom gosto, nem precisa esperar ver alguém comendo uma lanterna que hoje não tem colhega, a gente até que procurou). Não é baratíssimo, mas vale os 60 dólares se você quiser chegar o mais perto possível da realidade antes de meter a mão (e o lulu) na massa…

Clique aqui para ver a lelé/roscof da brimks.

[Tonhão da regulagem aprovou e pediu bis]

Bem, menines, esta foi apenas a introdução. Não percam, em breve, a primeira aula desta mistura de Don Juan com Casanova que vos fala: eu, o mestre dos magos do zéguizo zemzuau e magnetismo animal fofo,

Aleléx

(Tradução e adaptação exclusivas do Lan House do Purgatório sobre The Virgin’s Guide)

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