Descubra sua tara sexual rara

12 08 2008

No zéguizo, a maioria dos mortais se conforma com um papai-e-mamãe caprichado, um franguinho assado, uma chupinhadinha aqui, outra ali, e talvez uma ou outra ousadia que assistiu uma vez num filme pornô/erótico, como nos clássicos eternos “Rebuceteio pra valer – E você, rebuceteia?” ou “Nove semanas e meia de be-bop-a-lula”.

Mas, como o mundo é grande e tem gemza pra tudo, o Lan House traz hoje para vocês alguns fetiches raros, entre o “hum, OK, nunca fiz, nem pensei nisso, mas até que pode pode ser excitante” e o “meda, pânica, de quem faz isso”. Como de praxe em nossa Lan, faremos alguns breves comentários inúteis instrutivos, contextualizando cada caso para refletirmos juntos sobre a (cof, cof) condição humana.

Vamos ao que interessa.

  • Tara miserável: Autofelação

É mamar a si mesmo. Segundo um estudo zuper sério (cof, cof), apenas dois em cada três mil homens são capazes de realizar essa miséria proeza, que exige 1) um megalulu e 2) coluna vertebral extremamente flexível. Trata-se provavelmente da tara mais antiga que se conhece, pois arqueólogos já encontraram hieróglifos do antigo Egito representando homens chupinhando dicumforça a própria carálea. Duas variantes dessa tara são o autocunnilingus (versão feminina da autofelação, ou seja, quando a menine cai de boca na própria lelé) e a autopederastia (no popular, pegar a si mesmo dicumjeito com o próprio material, ou seja, introduzir o lulu no próprio roscof, dobrando-o para trás).

Comentário da Lan: O menine ou a menine que nunca pensou ou tentou se curvar todinho/todinha cheio de idéias na cabeça, que levante todos os dedos (dos pés e das mãos) e diga “ultramicroscopicossilicovulcanoconiótico” na língua do pê. Já pensou sim! Todo mundo já ouviu falar que o Marilyn Manson retirou cirurgicamente um par de costelas para conseguir chupinhar o próprio lulu (dizem que isso é lenda erótico-urbana), agora… autopederastia com o próprio lulu, dobrado pra trás!… Quem aí souber de um caso confirmado, avise aqui na Lan, porque, até segunda ordem, isso é ficção-erótico-científica.

  • Tara miserável: Autonepiofilia

Prazer que certa gemza tem em vestir uma bela fralda da Turma da Mônica (ou um moderno modelito Pamper’s antivazamento), envergar um belo babador com desenho da Hello Kitty ou da Moranguinho, meter uma chupeta anatômica na boca e ser tratado como um bebê pelo menine ou menine com quem faz zéguizo. É uma prática com centenas de adeptos e fóruns na Internet, e existe até um sub-gênero pornográfico dedicado a ela. Pesquise aí, seu taradenho, sua taradenha, porque não vamos ficar linkando todo tipo de miséria pela rede.

Comentário da Lan: Eu me pergunto se o mico vai ao ponto de botar o menine pra arrotar. Serviço completo, né, minha gemza. Não comentaremos sobre a papinha.

  • Tara miserável: Dendrofilia

Amor zemzual pelas árvores. Algumas pessoas só chegam ao clímax (que palavra breeeega: clímax…) quando se embolam litruz com o tronco ou os ramos das árvores. Dizem que as raízes dessa tara estão na infância, quando o menine descobre um inesperado prazer zeguizual cada vez que trepa num baobá-do-brejo ou num ipê-roxo.

Comentário da Lan: Que tipo de lulu mutante pode sobreviver ao atrito com uma casca de árvore miserável? Fazer um buraquinho numa bananeira eu já ouvi falar litruz, dizem que é muito comum no interior; não sei como funciona, mas suponho que o miolinho ali dentro é macio. Agora, árvore?! Saycu.

  • Tara miserável: Insuflação

O mau costume de soprar dicumforça nos orifícios corporais alheios. Dizemos “mau” porque, em certas partes (como o buraquinho do lulu ou da lelé), a soprada da brinks pode ser prejudicial à saúde, pois existe a possibilidade de entrar ar na corrente sanguínea causando uma embolia.

Comentário da Lan: Será que tem gemza que gosta de soprar no buraquinho do nariz também? No ouvido!? No roscof (uiiiii)?! O movimento de sucção me parece tão mais interessante… tem sempre quem é do contra mesmo.

  • Tara miserável: Somnofilia

Atração zeguizual por desconhecidos adormecidos, que o tarado chega e quer bolinar e fazer be-bop-a-lula enquanto a vítima dorme e ronca igual um anjinho lesadinhodocudele. Haja sono pesado. Mais fácil é a tara do hipnofílico, que se contenta em fazer um auto-be-bop-a-lula enquanto olha o belo ou bela adormecida dando um plá com Morfeu.

Comentário da Lan: Levanta o dedo aí quem nunca pensou (mesmo que por apenas 0,0307 segundo) em se aproveitar de uma situação parecida. Se o sono da vítima é por causa de bebida, então, ctzzzzz que isso já passou pela sua cabeça. Bolinar gemza dormindo deve ter muitos adeptos, e imagino que nas velocidades 1 a 5 (sendo 1 para uma bolinada bem inofensiva em quem tem sono leve e a 5 para um be-bop-a-lula frenético completo numa menine desacordada, tipo aquela cena do filme “Kids” com a – ui! – Chloë Sevigny).

  • Tara miserável: Agrexofilia

É quem só se excita quando sabe que há mais gemza escutando o be-bop-a-lula a todo vapor. Tipo, aquela vizinha safadenha que berra como uma cabritaloucadocudela sempre que recebe uma visita da brinks; e depois nos sorri, felizinhadocudela, quando cruzamos com a exibidinha no corredor.

Comentário da Lan: Imagino outras possibilidades além de se esgoelar ou gemer litruz pra todo mundo ouvir o be-bop-a-lula: ter uma cama toda desengonçada, com molas rangendo loucamente. Se você conhece outras modalidades, ou bons casos de agrexofilia, conte na Lan! Melhor ainda: grave a miséria e mande pra nós em mp3, que provavelmente faremos um podcast com ela.

  • Tara miserável: Candaulismo

Variação do voyeurismo, envolve três gemza, quase sempre o casal e um terceiro elemento desconhecido. O candaulista deixa a mulher dele arranjar um be-bop-a-lula com outro menine (ou com outra menine) e fica assistindo a tudo escondido, achando o máximo e fazendo auto-be-bop-a-lula frenético com giratória atrás da cortina ou dentro do armário.

Comentário da Lan: Recomenda-se uma faxineira atenta aos detalhes para os praticantes dessa modalidade de voyeurismo, ou a cortina e o armário podem sofrer danos irreparáveis. E você? Já fez auto-be-bop-a-lula assistindo escondido outra gemza fazendo brinks litruz? Conte pra gente sua pequena aventura voyeurística.

  • Tara miserável: Olfatofilia

Gemza que se excita com o aroma zenital da parceira ou parceiro e que consegue chegar ao be-bop-a-lula supremo utilizando apenas a narebinha, seja cafungando diretamente sobre a região da brinks suadinha, seja cafungando calcinhas ou cuecas usadas.

Comentário da Lan: Ah, o cheiro natural de gemza bem tratada e de bons hábitos é uma delícia mesmo. Há quem prefira cafungar eflúvios mais violentos, tipo os vapores da virilha de Tonhão Medonho depois de um dia inteiro virando laje (ecaaaa!), mas o Lan House recomenda: banhinho tomado, nada de desodorante antes do zéguizo (tem gosto ruim), e os aromas do campo da brinks estarão no ar, que lindo! Respira fundo… hihihi

  • Tara miserável: Altocalcifilia

Tesão louco por sapatos de salto alto tipo agulha. O altocalciflílico pode gostar de chupar o salto como se chupa um osso-buco, ou de ser pisado dicumforça por uma menine calçando a miséria. E não sente nada por sapatos que não tenham um salto beeeem alto e fino.

Comentário da Lan: Sapatos femininos de salto alto bem fininho são realmente muito zéguizis, mas eu não queria ser pisado por nenhum, e muito menos chuparia um salto alto, ow! Prefiro descalçar o pezinho mimoso da menine com toooodo carinho e tirar ele do caminho, hihihi.

  • Tara miserável: Andromimetofilia/Ginecomimetofilia

O nome parece complicado, mas é mais comum do que parece. Trata-se da atração zeguizual por homens vestidos de mulher, mulheres vestidas de homem, ou por transgêneros,  operadinhos/operadinhas do lulu/lelé delas ou não. Um dos mais comuns é o menine querer que a menine se vista de homem, venha por trás e vapo no roscof dele! Mas há vááárias combinações possíveis…

Comentário da Lan: Sempre me fascinou a quantidade de combinações que podem ser feitas. O menine pode curtir se vestir de mulher e querer pegar dicumforça uma menine de verdade! O mesmo menine pode querer que outro menine se vista de mulher e pegue ele dicumforça pela porta dos fundos. Ou o contrário: ele invadir a porta dos fundos do menine vestido de menine. Uma menine pode querer que outra menine vestida de menine chegue nela e… ai, fiquei confuso! Façam as combinações possíveis aí na cabeça imunda criativa de vocês.

* * *

Conhece alguma tara rara interessante que não citamos? Traga pra gente. Se houver material suficiente, faremos outro post só com as taras raras da galere.

Para a lista completa de misérias zeguizuais raras (porém, em espanhol, e sem os nossos comentários exclusivos de alta relevância e percuciência), visite o site original aqui.

Aleléx

P.S.: O Lan House agradece ao Bruno pela dica do site taradenho! Gractos!

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Como perder a virgindade – Aula número 2

22 07 2008

Continuando nosso curso avançado de zéguizo para menines e menines virgens, veremos hoje algumas diferenças fundamentais entre a vida real e os vídeos pornôs, e alertaremos sobre a bagunça, a melecada e os pequenos acidentes que acontecem.

Clique aqui para a Aula número 1.

Pornografia e Realidade

É muito comum a gente assistir vídeos de zéguizo explícito e confundir o que vemos confortavelmente de fora com o que sentimos durante a prática saudável – porém solitária e potencialmente enganosa – do auto-be-bop-a-lula.

Por exemplo…

Você pode ter fetiche por cenas em que o menine põe o lulu dele no meio das peitcholinhas da menine, prática da brimks que atende pelo nome de “espanhola”. Digamos que você está assistindo isso confortavelmente num vídeo, enquanto faz seu auto-be-bop-a-lula na velocidade 5. Você conhece seu corpo, por isso, dará tudo certo. Mas a verdadeira “espanhola” dificilmente é prática, intensa e envolvente desse jeito. Na vida real, essa técnica pode simplesmente não ser nada do que você imagina. Talvez seja devagar demais, macio demais, sem jeito demais, e você acabe decepcionado.

Outro exemplo: pode ser que, nos vídeos, você adore ver a menine ou menine fazendo upa-upa-cavalinho no menine estando de costas pra ele. Assistir de fora duas pessoas fazendo isso pode parecer um ahazo na buatchy pra você, zuper zemzual. Mas, quando for a sua vez de estar ali deitado, sua visão será apenas as costas da menine ou menine, e, portanto, muito diferente de assistir ao vídeo, quando o estímulo visual (e físico) é bem mais privilegiado.

Portanto, siliga nessas diferenças:

  • Nos vídeos, as posições são adaptadas para deixar a miséria toda bem fotogênica para as câmeras. Na vida real, você vai estar tão próximo do menine ou da menine que, muitas vezes, não dará pra ver nada direito.
  • Na vida real, prepare-se para ser tudo mais suado, bagunçado, desajeitado e amarrotado do que em Hollywood ou nas misérias do Porn Valley. Prepare-se também para todo um mundo de cheiros e sabores diferentes ou inesperados, nem sempre excitantes.
  • De minha parte, nunca trepei estando debaixo dos lençóis. Simplesmente porque aqueles panos todos em cima da gente só servem pra atrapalhar e se meter onde não devem, ué!
  • Também acho que trepar de roupa não tá com nada (dificulta tudo, e o contato de pele com pele é insubstituível). O cinema e a TV mostram zéguizo com roupa o tempo todo. Mas eles têm motivos pra isso. Nós não!
  • Uma coisa que me deixa impressionado nos filmes é a chamada “penetração instantânea”. Hahaha! Como assim, gemza! Um menine e uma menine estão ali, bem à vontade, ainda vestidos, em alguma posição pré-zeguizual. A molier pode estar sentada no colo do menine (ela de calcinha, ele de cueca, lembre-se…), ou ele pode estar vindo por trás dela. A câmera só mostra o rosto dos dois. Então, ele faz um movimento súbito, a molier abafa um suspiro, ambos fecham os olhos e começam a bufar, e todo mundo percebe que o carinha conseguiu a façanha de iniciar um be-bop-a-lula nela! Sim, você percebeu o que quero dizer: na vida real não é assim não! É preciso tirar os panos e obstáculos todos do caminho, alinhar os instrumentos, o menine tem de estar com a bazuquinha dele hiper-bem armadinha, a molier precisa estar toooda molhadinha litrus já, e não raro ele ou ela tem de guiar o lulu com as mãos. Pffffff!

Agora que você já siligou em algumas diferenças entre a vida real e a ficção, siliga naqueles momentos meio “epa-opa-desculpe-perdão-com-licença” – alguns involuntariamente cômicos – que são zuper comuns mas ninguém comenta.

Pois na primeira vez é muito provável que role um ou mais desses…

Pequenos acidentes

  • Algum fio de cabelo ou de pentelho pode ficar preso em algum lugar ou ser arrancado acidentalmente, dando aquela fisgadinha inesperada. Um fio de cabelo ou pentelho provavelmente vai acabar na sua boca.
  • Um dos dois pode perder o equilíbrio na hora de mudar de posição e cair (p.ex., quando ela ou ele, sentadinha ou sentadinho de frente pra você, quiser girar para fazer upa-upa-cavalinho de costas).
  • O contato da pele suada, às vezes recém-depilada, roçando litrus na pele do menine ou da menine pode causar irritação e ficar tudo vermelho.
  • Você pode dar uma cabeçada na cabeceira da cama, hahaha!
  • Seus joelhos e cotovelos podem ficar doloridos depois de um tempo por causa do atrito no lençol, no tapete ou no chão.
  • A menine ou menine estando de quatro e você atrás, o lulu pode escapulir de repente e você dar uma pimbada di cumforça pelo lado de fora. Isso pode machucar e dobrar um pouco seu lulu.
  • Se a menine ou menine estiver fazendo upa-upa-cavalinho em você e o seu lulu escapulir de repente na hora da subida, na hora da descida seu lulu pode ser pego desprevenido e… bem, quebrar o pau. Em geral, o pobre lulu vai dobrar na velocidade da luz e ficar doendo um minutinho. Na pior das hipóteses (mas é raro), pode haver um rompimento de tecidos e aí é fim de festa e pronto-socorro.
  • Você pode cair da cama, bater com o cotovelo na parede ou na mesinha de cabeceira, derrubar o abajur ou alguma miséria desse tipo. Recomendamos ter senso de humor, falar “nemli” e seguir em frente.
  • Podem rolar arranhões, hematomas, puxões de cabelo (até de propósito), marcas de dentes etc. Mas a idéia (também) é (muito) essa. Sijoga!

A Melecada

Provavelmente você já sabe disso, mas zéguizo é uma melecada só; esqueça a assepsia perfeita e a arrumação de hotel 18 estrelas que você vê nos filmes:

  • A primeira melecada, evidentemente, é subir a temperatura corporal e ficar todo mundo suado igual um pangaré albino do brejo no cio.
  • O meladinho da lelé da menine vai escorrer e lambrecar o lençol. Parte da munição do menine também pode acabar nos lençóis depois que ele retirar a camisinha. O chão vai ficar coberto de capinhas de preservativos. O casalzinho pode se entusiasmar nos beijos e deixar a cara um do outro toda babada.
  • Um dos dois pode deixar escapar uma peida destruidora da camada de ozônio no meio dos be-bop-a-lulas. Hihihi.
  • Às vezes, quando o lulu sai da lelé e a menine muda de posição, a lelé dela pode soltar tipo uma peida também. Huhuhu.
  • Se você usar os dedos pra fazer brimks na lelé da menine, eles vão sair de lá tooodos lambrecadinhos. Litruz! Você pode ter de limpar na própria perna, ou no lençol mesmo, tipo guardanapo da brimks. Etiqueta pra que, né, minha gemza. Só não limpe na perna dela, ficadica. Hohoho!
  • Se a menine estiver menstruada e vocês forem fazer zéguizo… é melhor ser romântico, cavalheiro (ou uma dama) ou ter imaginação de Júlio Verne.
  • No zéguizo anal, se não rolar uma limpezinha básica antes, a menine ou menine pode passar cheque no seu lulu. Sim, estamos falando de popô no pupu. Go xuca!
  • Se o zéguizo todo tiver sido lecaus litrus e cheio de emoção e alegrias sem ter fim, ao terminarem vocês vão estar suados (ou suadas), cansados e talvez um pouco tontos. Vão estar descabelados, o rosto vermelho, haverá pentelhos e fios de cabelo grudados pelo corpo, a menine vai ter um pouco do meladinho dela escorrendo pelo pátio da brinks e o menine vai ter um filete do meladinho dele escorrendo da bazuquinha. Haverá pelo menos uma embalagem rasgada de camisinha no chão, os lençóis, travesseiros e fronhas vão estar amarrotados, melados e espalhados por toda parte, e em cima da cama haverá uma ou mais pocinhas da brimks. Se vocês ficarem um tempo juntinhos e abraçadinhos, ou abraçadinhas, estarão peguentos e grudentos, e, quando se afastarem, vai dar aquela sensação de adesivo sendo puxado, sabe? Ain. É meio nojentinho mas é ótimo! rs

E aqui encerramos a aula de hoje. Em nossas próximas aulas, falaremos mais sobre a armação da bazuquinha do menine, sobre a lelé da menine e suas lelezices, auto-be-bop-a-lula do menine e da menine, menine com menine, e muito mais. Stay tuned!

Aleléx

(Tradução e adaptação exclusivas do Lan House do Purgatório sobre The Virgin’s Guide)

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Como perder a virgindade – Aula número 1

18 07 2008

E agora, sem mais nhe-nhe-nhe, vamos dar início à primeira aula de nosso curso para ajudar você, menine ou menine virgem, a aproveitar melhor sua primeira vez. (Leia a Introdução aqui).

Coisas Básicas Que Ninguém Diz Sobre Sexo

Perdi minha virgindade mais tarde do que a média entre os menines. Antes de fazer zéguizo pela primeira vez, já tinha lido tonéis – cataratas – sobre o assunto. Educação Zeguizual na escola (a primeira vulva – evitem falar essa palavra com a boca cheia de farofa – que vi foi um desenho tosco num livro de biologia). Matérias de revista sobre “Como enlouquecer alguém na cama” (por que todo mundo quer enlouquecer todo mundo na cama?). Sites sérios (cof, cof) na internet. Colunas de zeguizóloga de jornal. Fora, é claro, pilhas e mais pilhas de revistinhas de sacanagem e as boas e velhas playboys, sexys e vips da vida (de páginas grudadas, é claro). No final das contas, eu achava que – apesar de nunca ter feito – estava manjando móóinto sobre o assunto.

Pfffffff… Ledo engano!

Um belo dia, a festa de verdade começou pra mim, os be-bop-a-lulas foram acontecendo, e fui descobrindo um montãoooo de coisinhas básicas que eu não fazia a mais pálida idéia! De todas as misérias que li e que assisti, esses detalhes nunca apareciam, ninguém nunca falava neles! Parece até que estavam escrevendo para quem já estava trepando litrus, feito um coelhinho da páscoa geneticamente modificado no cio. E os vídeos pornôs, então? Eles fazem tudo parecer bonito, arrumadinho, lisinho, sem espinhas, brotoejas ou pêlos encravados… Pfffffff…. zéguizo de verdade é outra coisa, minha gemza. Sim, colhega, fiquei tão chocado quanto você está agora. Portanto, vamos começar hoje com um tema zeguizual básico que eu só descobri quando comecei no vamo-vê mermo.

Felizmente, ler sobre isso aqui facilitará litrus a vida do marinheiro (ou olivia palito) de primeira viagem, até porque vai amenizar aquele medinho do desconhecido, aquela ansiedade de não saber como é o deus-me-acuda do amor. O principal mesmo é você saber que o zéguizo não é esse glamour louco e essa coisa clean que a gente vê nos filmes. O que não quer dizer que não seja megafodástico de bom. Fazer amorzinho gostoso ou zéguizo zelvagem-zem-amor e acalmar seu nervosinho na lelé ou no lulu é realmente OMG wow! Mas, em nosso curso, você vai ficar sabendo o que realmente acontece, e não a maquiagem fake da coisa.

Começaremos falando das…

Posições

Dada a minha invejável experiência com revistas e vídeos pornôs, eu sempre achei que posições como papai-e-mamãe, frango assado, a molier por cima, o candelabro russo carpado, etc. eram zuper simples e fáceis de conseguir. Não demorou muito para descobrir que até mesmo elas têm ziliões de variações sutis que dependem de coisas simples mas fundamentais como: onde botamos as pernas, onde o outro bota as pernas, onde nos apoiamos, o que usamos para nos apoiar (cotovelos, mãos, joelhos), o que conseguimos fazer (até onde o lulu consegue ir) estando um ou ambos deitados, agachados, ajoelhados, de quatro, de pé, sentados, de lado, de bruços, de costas, inclinados, invertidos etc.

Uma coisa que muda muito é o ângulo em que o lulu consegue fazer seus miliões de be-bop-a-lulas na lelé ou no roscof do menine ou da menine. Se a gente fica colado no corpo dele ou dela, ou se fica um pouco afastado; e também, como se dá o encaixe dos quadris (e outros encaixes), sem esquecer cerca de 13.076 itens que não dá tempo de tratar agora. E ainda nem falamos de dedos, de unhas (aparadas) e de línguas…

Bem. Dependendo da posição escolhida, a xoxoquinha dela ou o roscof dele pode funcionar mais como um túnel do amor em linha reta, que dá pra entrar e sair com mais facilidade – ou não. É que umas posições limitam um pouco o passeio do lulu, mas permitem uma fricção interna mais loucura-loucura, enquanto outras liberam a entrada até o fundinho do corredor, mas sem que seu lulu se sinta devidamente abraçado, perdendo o efeito corredor-polonês-apertadinho. Vareia, minha gemza.

Para finalizar esta aula (calma, é apenas a primeira de 3.249), fique sabendo coisas que você não sabia sobre o simples e corriqueiro papai-e-mamãe (o lulu por cima e a lelé, toda alegrinha, por baixo):

  • Se o menine deixar as pernas dele esticadas e juntas, a sensação será bem diferente do que seria se ele as afastasse, apoiando os joelhos mais acima na cama. Tipo assim, meio napoleão perdendo a guerra, mas ganhando a lelé.
  • Se a menine ficar deitadinha ali, bonitinha, com as pernas esticadas e juntas, o menine vai conseguir levar seu lulu pra passear até certo ponto. Mas se ela abrir as pernas e cruzá-las nas costas dele, toda sapequinha, o lulu em questão conseguirá fazer be-bop-a-lulas atééé quase o final do corredor da brimks!
  • Se o menine se apoiar nos cotovelos, o lulu dele fará contatos imediatos da brimks por um ângulo e a dancinha mágica do amor será, talvez, um bolero mais comportado tipo ai-ui. Mas se ele esticar os braços e ficar apoiado sobre as mãos, o ângulo será outro e a dancinha mágica poderá ser, digamos, a dança do quadrado com giratória!
  • Se os ossinhos do quadril dos dois estiverem se encontrando na brimks mais ou menos na mesma altura, isso dará um certo ângulo e profundidade. Vocês podem variar encaixando o quadril mais pra cima ou pra baixo, e o ângulo e a profundidade já mudam, trazendo renovada alegria ao coração, ao lulu e à lelé.
  • Se o peito do menine ficar paralelo ao da menine, será de um jeito. Mas se os dois se afastarem, da cintura pra cima, num ângulo de 45 graus, a sensação já vai ser outra. Fica ao gosto do freguês.
  • O que funciona bem com uma menine pequena pode não funcionar tão bem com outra que tenha quase a altura do menine, ou que seja mais alta que ele. Será preciso adotar novas variações conforme o caso.

E isso tudo foi apenas no papai-e-mamãe! A idéia é experimentar bastante e não ficar acomodado a uma única posição da brimks. Procure sempre o jeito que deixa os dois mais à vontade (estamos presumindo que você não é egoísta e não quer ser o único a ficar à vontade, ok, colhega?).

Em nossas próximas aulas, falaremos de pequenos acidentes que acontecem mas ninguém nunca comenta, e também da bagunça e da porcalhada que fica, e como minimizar as duas coisas. E muito mais. Não perdam!

Aleléx

(Tradução e adaptação exclusivas do Lan House do Purgatório sobre The Virgin’s Guide)

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