Como perder a virgindade – Aula número 1

18 07 2008

E agora, sem mais nhe-nhe-nhe, vamos dar início à primeira aula de nosso curso para ajudar você, menine ou menine virgem, a aproveitar melhor sua primeira vez. (Leia a Introdução aqui).

Coisas Básicas Que Ninguém Diz Sobre Sexo

Perdi minha virgindade mais tarde do que a média entre os menines. Antes de fazer zéguizo pela primeira vez, já tinha lido tonéis – cataratas – sobre o assunto. Educação Zeguizual na escola (a primeira vulva – evitem falar essa palavra com a boca cheia de farofa – que vi foi um desenho tosco num livro de biologia). Matérias de revista sobre “Como enlouquecer alguém na cama” (por que todo mundo quer enlouquecer todo mundo na cama?). Sites sérios (cof, cof) na internet. Colunas de zeguizóloga de jornal. Fora, é claro, pilhas e mais pilhas de revistinhas de sacanagem e as boas e velhas playboys, sexys e vips da vida (de páginas grudadas, é claro). No final das contas, eu achava que – apesar de nunca ter feito – estava manjando móóinto sobre o assunto.

Pfffffff… Ledo engano!

Um belo dia, a festa de verdade começou pra mim, os be-bop-a-lulas foram acontecendo, e fui descobrindo um montãoooo de coisinhas básicas que eu não fazia a mais pálida idéia! De todas as misérias que li e que assisti, esses detalhes nunca apareciam, ninguém nunca falava neles! Parece até que estavam escrevendo para quem já estava trepando litrus, feito um coelhinho da páscoa geneticamente modificado no cio. E os vídeos pornôs, então? Eles fazem tudo parecer bonito, arrumadinho, lisinho, sem espinhas, brotoejas ou pêlos encravados… Pfffffff…. zéguizo de verdade é outra coisa, minha gemza. Sim, colhega, fiquei tão chocado quanto você está agora. Portanto, vamos começar hoje com um tema zeguizual básico que eu só descobri quando comecei no vamo-vê mermo.

Felizmente, ler sobre isso aqui facilitará litrus a vida do marinheiro (ou olivia palito) de primeira viagem, até porque vai amenizar aquele medinho do desconhecido, aquela ansiedade de não saber como é o deus-me-acuda do amor. O principal mesmo é você saber que o zéguizo não é esse glamour louco e essa coisa clean que a gente vê nos filmes. O que não quer dizer que não seja megafodástico de bom. Fazer amorzinho gostoso ou zéguizo zelvagem-zem-amor e acalmar seu nervosinho na lelé ou no lulu é realmente OMG wow! Mas, em nosso curso, você vai ficar sabendo o que realmente acontece, e não a maquiagem fake da coisa.

Começaremos falando das…

Posições

Dada a minha invejável experiência com revistas e vídeos pornôs, eu sempre achei que posições como papai-e-mamãe, frango assado, a molier por cima, o candelabro russo carpado, etc. eram zuper simples e fáceis de conseguir. Não demorou muito para descobrir que até mesmo elas têm ziliões de variações sutis que dependem de coisas simples mas fundamentais como: onde botamos as pernas, onde o outro bota as pernas, onde nos apoiamos, o que usamos para nos apoiar (cotovelos, mãos, joelhos), o que conseguimos fazer (até onde o lulu consegue ir) estando um ou ambos deitados, agachados, ajoelhados, de quatro, de pé, sentados, de lado, de bruços, de costas, inclinados, invertidos etc.

Uma coisa que muda muito é o ângulo em que o lulu consegue fazer seus miliões de be-bop-a-lulas na lelé ou no roscof do menine ou da menine. Se a gente fica colado no corpo dele ou dela, ou se fica um pouco afastado; e também, como se dá o encaixe dos quadris (e outros encaixes), sem esquecer cerca de 13.076 itens que não dá tempo de tratar agora. E ainda nem falamos de dedos, de unhas (aparadas) e de línguas…

Bem. Dependendo da posição escolhida, a xoxoquinha dela ou o roscof dele pode funcionar mais como um túnel do amor em linha reta, que dá pra entrar e sair com mais facilidade – ou não. É que umas posições limitam um pouco o passeio do lulu, mas permitem uma fricção interna mais loucura-loucura, enquanto outras liberam a entrada até o fundinho do corredor, mas sem que seu lulu se sinta devidamente abraçado, perdendo o efeito corredor-polonês-apertadinho. Vareia, minha gemza.

Para finalizar esta aula (calma, é apenas a primeira de 3.249), fique sabendo coisas que você não sabia sobre o simples e corriqueiro papai-e-mamãe (o lulu por cima e a lelé, toda alegrinha, por baixo):

  • Se o menine deixar as pernas dele esticadas e juntas, a sensação será bem diferente do que seria se ele as afastasse, apoiando os joelhos mais acima na cama. Tipo assim, meio napoleão perdendo a guerra, mas ganhando a lelé.
  • Se a menine ficar deitadinha ali, bonitinha, com as pernas esticadas e juntas, o menine vai conseguir levar seu lulu pra passear até certo ponto. Mas se ela abrir as pernas e cruzá-las nas costas dele, toda sapequinha, o lulu em questão conseguirá fazer be-bop-a-lulas atééé quase o final do corredor da brimks!
  • Se o menine se apoiar nos cotovelos, o lulu dele fará contatos imediatos da brimks por um ângulo e a dancinha mágica do amor será, talvez, um bolero mais comportado tipo ai-ui. Mas se ele esticar os braços e ficar apoiado sobre as mãos, o ângulo será outro e a dancinha mágica poderá ser, digamos, a dança do quadrado com giratória!
  • Se os ossinhos do quadril dos dois estiverem se encontrando na brimks mais ou menos na mesma altura, isso dará um certo ângulo e profundidade. Vocês podem variar encaixando o quadril mais pra cima ou pra baixo, e o ângulo e a profundidade já mudam, trazendo renovada alegria ao coração, ao lulu e à lelé.
  • Se o peito do menine ficar paralelo ao da menine, será de um jeito. Mas se os dois se afastarem, da cintura pra cima, num ângulo de 45 graus, a sensação já vai ser outra. Fica ao gosto do freguês.
  • O que funciona bem com uma menine pequena pode não funcionar tão bem com outra que tenha quase a altura do menine, ou que seja mais alta que ele. Será preciso adotar novas variações conforme o caso.

E isso tudo foi apenas no papai-e-mamãe! A idéia é experimentar bastante e não ficar acomodado a uma única posição da brimks. Procure sempre o jeito que deixa os dois mais à vontade (estamos presumindo que você não é egoísta e não quer ser o único a ficar à vontade, ok, colhega?).

Em nossas próximas aulas, falaremos de pequenos acidentes que acontecem mas ninguém nunca comenta, e também da bagunça e da porcalhada que fica, e como minimizar as duas coisas. E muito mais. Não perdam!

Aleléx

(Tradução e adaptação exclusivas do Lan House do Purgatório sobre The Virgin’s Guide)

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