Confissões de uma indecente – VI

7 03 2009

Última parte da aventura com o pseudo grego – o reencontro
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Fomos e foi maravilhoso, ele pagou conta (o mínimo que poderia fazer) e depois fomos ao Dublin novamente. Foi lindo e maravilhoso, a única coisa ruim é que ele toma whisky e eu vodka, logo eu não pude beber de graça!!!!
Ele foi embora mais cedo, o “supra sumo” da balada foi quando começou a tocar música da Rihanna, Disturbia, que eu adoro, eu e minha amiga começamos a dançar e de repente o grego se transformou, levantou e começou a dançar estalando os dedos em forma de círculos, revezando com palmas no estilo dança árabe. Segurei a risada, enquanto minha amiga cuspia a vodka com energético que havia ingerido, de tanto rir. Eu, constrangida, naquela balada chique com o showzinho a parte que meu “parceiro” estava dando, disse: “você dança diferente dos brasileiros”, ele: “sou original!”. Com tal resposta fiquei calada, observando (eu e a balada inteira) o colega dançar ridiculamente, achando que estava abafando. Então minha amiga virou e falou “Relaxa, ele tem uma ilha!”, nisso me perguntava – “Meu Deus, eu espero que uma ilha seja bem cara!”. Que mico!! My God, que mico!
Depois desta saída, virou um parto eu sair com esta porra!!! Pois ele tinha que trabalhar e me ligava apenas de vez em quando, com a desculpa que trabalhava muito durante a semana.
Fiquei puta, pois nitidamente tomei um fora e meu casamento nas ilhas gregas, todo o nosso papo de gregos, cristãos ortodoxos e do filme “Casamento Grego” foi para o espaço. Na verdade, minha mãe disse desde o começo que ele não valia nada, ela achava que ele era casado, visto que era velho. Mas ele não era casado não, só queria curtir no Brasil.
Depois de me ignorar durante 2 semanas, o rapaz me liga (pois não liguei, porque não preciso disso. Lembrem-se de que tenho namorado rico e chovem homens aos meus pés – nem sempre ricos – mas sexo é sexo). Enfim, me ligou e disse que em 10 dias iria para Grécia visitar os avós e se eu não queria conhecê-los. Naturalmente, pensei que ele tinha cheirado cocaína, pois depois de me dar o fora 2 semanas, o cara me liga pra perguntar se eu não queria fazer uma viagem com ele para conhecer a família na casa do caralho. Fiquei sem reação e perguntei (desta vez eu realmente falei) “É UMA PIADA?” e o pior… ELE NÃO ENTENDEU o porquê de eu dizer isso.
Claro, que eu achei a história muito estranha, pois não costumo viajar pra Grécia com caras que vi duas vezes na vida e que querem me apresentar pra família.

Sim, eu sei que todos estão falando que sou burra, mas na ligação esqueci que aquele grego esquisito TINHA UMA ILHA!!!

Continuo com meu namorado, procurando alguém mais rico.

PS: Menines, devo pedir desculpas a vocês. Quando fui postar o fim da história, não vi que tinha esse desfecho na outra página, por isso a história ficou estranha, mal terminada.

Logo, mais aventuras inescrupulosas da indecente!

Ludivon

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Confissões de uma indecente – V

5 03 2009

Sem mais delongas, o dia seguinte.


No dia seguinte:

Ele me ligou e eu não atendi hahahhahaahahahaahah!!!!!!!!

Enfim, infelizmente eu não pude jantar com o rapaz. Sim, eu sei que vocês ficarão chocados.

No dia seguinte, viajei por um mês para o interior pra colocar silicone. Mas o bofe e eu nos falávamos diariamente [como bons novos “namorados”].

Nessa época eu estava imóvel, com duas bolas de plástico no meu corpo e terminada com meu namorado (o de verdade), ou seja, mega carente, visualizando meu casamento numa ilha grega, como se eu fosse uma aprendiz do “The Secret”. Estava apaixonada… aliás, sabem qual a nossa música? (a minha e do grego) aquela assim “se é pra falar de amor, não tenho preconceito…” – é! É a música da novela que acabou! Eu estava completamente envolvida.

Eis que meus peitões ficaram prontos e voltei pra SP. Liguei para o moço e ele estava no Guarujá – pensei: Que merda!! Mas ok. Esperamos quase um mês para nos reencontrar, posso esperar mais um pouco…

No dia em que ele disse que ia chegar. Me animei, me depilei ( mas só por precaução, porque não dou de cara pra quem eu quero relacionamento sério). Quando o colega estava chegando em São Paulo, ligou me avisando, achei muito fofo da parte dele. Mas só achei até o momento em que ele me ligou dizendo que estava na lanchonete (eu disse: LAN-CHO-NE-TE) ao lado da minha casa e pediu para que eu o encontrasse lá.

MEU PONTO DE VISTA: Vi uma vez o cara e estamos nos falando há 1 mês e o filho da mãe pede para eu ir encontra-lo (ou seja, não iria me buscar) na LANCHONETE ao lado da minha casa, ERA UMA PIADA???????????? Pra mim só podia ser, não era possível que o dono de uma ilha marcasse o “primeiro” encontro com uma mulher na LANCHONETE e sem buscá-la em casa. FIQUEI ATORDOADA!!!

Obviamente, como eu sou uma mulher muito fina, não fui, pois eu não sou o tipo de mulher que vai SOZINHA ao PRIMEIRO encontro numa LANCHONETE!!!

Acreditem, ele não entendeu a minha atitude óbvia!!! (Incrível como ás vezes pessoas ricas tem alma de pobre – odeio isso).

Marcamos para sair no dia seguinte, disse que queria ir num barzinho discreto (óbvio, pois possuo namorado – e só abdicaria dele por alguémmais rico, o que é difícil, visto que no Brasil as pessoas costumam ser pobres).

No próximo post, o reencontro com o grego.

Ludivon





Confissões de uma indecente – IV

3 03 2009

GEMZA, ELA VOLTOU!!!

Não sabem como fico feliz de poder postar mais alguma travessura da nossa amada anti-heroína!

Como sei que vocês nem vão ler essa introdução, vamos logo para a primeira parte da história!

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Minha historia com um pseudo-grego

Eis que fique sabendo de uma balada chamada Dublin (para os pobres que não sabem, é a capital da Irlanda), mas em São Paulo é um Pub finérrimo. Fiquei sabendo que lá havia muitos estrangeiros (ou seja, dinheiro), como homens ricos sempre foram meu forte, resolvi conhecer o local com a minha amiga Pat.
Chegando lá achei tudo caro, porém achei que valeria a pena o investimento, pois sabemos que ir a procura de homens ricos é um investimento (não que eu seja pobre). Enfim, comecei a dançar perto de uma mesa (pois é necessário encontrar-se em algum lugar) então resolvi me apoiar numa mesa de um cara que estava sozinho, perguntei se podia (elegantemente) e ele permitiu. Então continuou me olhando, no meio da noite o colega que estava na mesa, que por sinal não era dos mais bonitos, resolveu puxar papo comigo. Conversei sem muito interesse até quando notei um sotaque estrangeiro e fiz a pergunta com os olhos brilhando – você é estrangeiro (pois isso significa “dinheiro”) e ele disse – Eu sou grego.
Nisso eu pensei “a oportunidade está na minha frente” e resolvi ser mais simpática [eu sinceramente acho essa historia chata], pois afinal, dinheiro.
Conversei com o rapaz. Meticulosamente comentei que meu sonho era conhecer a ilha de Mykonos. Nisso ele falou que a ilha de Mykonos não era tão bonita em relação as paisagens. Em seguida disse a frase chave: você precisa conhecer a ILHA DE MINHA MÂE. Nisso perdi todas as palavras, meu vocabulário, o endereço, minha dignidade foram para o espaço. Minha amiga disse: vamos ao banheiro, e lá me disse inconformada: há duas horas atrás você estava tentando pegar o garçom do mackenzie (devo lembrar que o GARÇOM me deu o fora) .
Voltei para o lado do dono da ilha mostrando quem eu  era, ou seja, praticamente fácil.
Ele insistiu mais um  pouquinho. Não foi AQUEEEEEEEEEELE beijo, mas sabendo que estava beijando o dono de uma ilha, já é foooooooda.
Ele pediu meu telefone e me chamou para jantar no dia seguinte, visto a idade do moço, acho que é normal, 36 anos (mas como na verdade eu iria encontrar com meu namorado no dia seguinte, eu iria furar com o grego, porém dei esperança porque sou ruim).

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Logo vejam o que aconteceu no outro dia. Mais bafo!!!

Ludivon





Querido vizinho…

9 02 2009

Mês passado, um cara se mudou pro apartamento em frente ao meu. Sei quase nada da peça, a não ser que os móveis dele são de bambu, porque vi o pessoal da mudança carregando no corredor. Nos cruzamos na escada uma vez e ele disse “olá”, mas não posso ser amigo de alguém que tem móveis de bambu, então eu disse que tinha de lavar alface pro meu jabuti (não tenho jabuti, acho um bicho desagradável) e vazei.

Dias depois, quando fui olhar a caixa de correio aqui do prédio, vi que ele tinha deixado um bilhete todo colorido, com a imagem de um balão e uma serpentina, dizendo que iria dar uma festa e que era para falar com ele caso o barulho ficasse alto demais.

O problema do bilhete não era dar uma festa e não me convidar, mas, sabendo que não vai convidar a pessoa que vai ler o bilhete, se dar ao trabalho de fazê-lo todo colorido, com balões e serpentinas, como quem esfrega na sua cara: “Tá vendo? Vou dar o maior festão e nem estou chamando você. Mas sou educado pra caralho e pode vir falar comigo se tiver alguma reclamação a fazer”.

Hoje resolvi revelar a troca de emails que tive com ele.

reflitão

convite_paulo

From: Alexandre Rosas
Date: Thursday 8 Jan 2009 11:04am
To: Paulo Conteiro
Subject: R.S.V.P.

Caro Paulo,

Obrigado pelo convite! No início, pensei que era uma festinha infantil por causa das cores primárias fortes, o lindo balão e a bonita serpentina. Mas logo percebi que você deve ter se virado como deu no Paint. Mas ficou bonito! Não perco essa festa por nada. Que horas você quer que eu chegue?

Abraço, Alexandre

From: Paulo Conteiro
Date: Thursday 8 Jan 2009 3:48pm
To: Alexandre Rosas
Subject: Re: R.S.V.P.

Salve, Alexandre
Perdão, o bilhete era só para avisar os vizinhos que poderia haver um pouco de barulho na noite da festa. O open-house na verdade é só para amigos e familiares, mas você pode passar um outro dia pruma cerveja, que tal?
Abs Paulo Conteiro

From: Alexandre Rosas
Date: Thursday 8 Jan 2009 5: 41pm
To: Paulo Conteiro
Subject: R.S.V.P.

Obrigado, Paulo!

Me incluir na sua lista de amigos e familiares significa muito pra mim. Nunca falamos muito quando cruzamos no corredor, já está na hora de mudarmos isso. Da próxima vez que nos esbarrarmos poderemos bater um longo papo sobre um assunto de sua escolha. Podemos falar sobre o Twitter, esse assunto tá super hype. Comentei com meu amigo Rufino que você vai dar uma festa e ele ficou tão animado quanto eu. Quer que eu leve alguma coisa, uns refris, ou é tudo por conta?

Abração, Alex

From: Paulo Conteiro
Date: Friday 9 Jan 2009 10:01am
To: Alexandre Rosas
Subject: Re: R.S.V.P.

Oi, Alexandre
Como eu disse, o open-house é só para amigos e familiares. A casa não é muito grande, então nem daria para receber outras pessoas. Eu sei que você entende. So sorry, parceiro.
Abs Paulo Conteiro

From: Alexandre Rosas
Date: Friday 9 Jan 2009 2:36pm
To: Paulo Conteiro
Subject: R.S.V.P.

Caríssimo Paulo,

Entendo perfeitamente, esse prédio tem apartamentos super apertados. Eu gosto de dar uma corrida leve de vez em quando pra manter a forma, mas hoje em dia é perigoso sair de casa, então corro aqui mesmo, dou vários passinhos curtos parado no mesmo lugar com os braços estendidos junto ao corpo.

Compreendo suas limitações de espaço. Se você quiser trazer alguns dos seus móveis aqui pra casa no dia da festa, tá limpo – se colocarmos sua mobília de bambu aqui no quartinho de empregada e espalharmos as almofadas pelo chão, isso daria um monte de lugares extras pra galera sentar e o ambiente ficaria ainda mais aconchegante.

Eu disse ao Rufino para não chamar mais ninguém por causa do problema de espaço, então seremos apenas eu, ele e um outro parceirão nosso, o Verme. A gente acabou comentando da festa, ele não admitiu ficar de fora, você sabe como são essas coisas.

A namorada do Verme tem um trabalho pra fazer na noite da festa, mas pode ser que ela consiga ir se rolar carona depois com os amigos.

Super abraço, Alex

From: Paulo Conteiro
Date: Friday 9 Jan 2009 4:19pm
To: Alexandre Rosas
Subject: Re: R.S.V.P.

!!!

Ninguém pode vir pro open-house, é só para amigos e familiares! Eu nem conheço essas pessoas. Como você sabe que tenho móveis de bambu? Você é o morador do 301?

From: Alexandre Rosas
Date: Friday 9 Jan 2009 6:12pm
To: Alexandre Rosas
Subject: R.S.V.P.

Salve, Paulo,

Eu entendo que é uma festa particular e agradeço por confiar em mim e nos meus amigos. Eu apenas chutei que você tinha móveis de bambu, todo mundo tem um hoje em dia. O bambu é um dos materiais mais renováveis que existem e, além de ser tremendamente forte, é super leve e bonito.

Mas enfim, o Verme me ligou hoje empolgadão pra falar da festa e perguntou qual seria o tema, eu disse a ele que, até onde tinha entendido, não havia um tema, então falamos a respeito e achamos que seria uma boa fazermos tipo uma festa Ploc. Todo mundo ama os anos 80!

Já estou trabalhando nas alterações do seu convite e vou imprimir 100 unidades ainda hoje. Terei de pedir a sua colaboração financeira porque os cartuchos da minha Epson são importados, não encontro por aqui. R$ 150 cobrem os custos numa boa. Pode deixar a quantia na minha caixa de correio, sem problemas! Vai ficar show

Abração, Alex (super animado! = )

From: Paulo Conteiro
Date: Saturday 10 Jan 2009 11:06pm
To: Alexandre Rosas
Subject: Re: R.S.V.P.

De que diabos você está falando? Não tem festa temática nenhuma, é só para amigos e familiares. Ninguém de fora pode vir, É SÓ PARA AMIGOS E FAMILIARES, você não fala a minha língua? Não imprima nada porque não vou pagar por uma coisa que eu não preciso e não pedi! Olha, me desculpe, mas estou de trabalho até o pescoço e não posso ficar conversando com você. Você é do 301?

From: Alexandre Rosas
Date: Monday 11 Jan 2009 9:15am
To: Alexandre Rosas
Subject: R.S.V.P.

Oi, Paulo,

Concordo plenamente, hoje em dia ninguém mais tem tempo pra nada. A vida anda uma loucura. Não, não, moro no 303. Nossos quartos são parede com parede. Quando estamos dormindo, nossas cabeças ficam separadas por apenas alguns centímetros. Se puser meu ouvido na parede, consigo te ouvir.

Para a sua festa, acho que já decidi: vou de Ninja. Seria fantástico se você também se vestisse de Ninja, aí poderíamos fazer uma exibição de artes marciais para os convidados. Vamos fazer isso! Tenho espadas de verdade, vou levá-las.

Ah, você disse no convite que se eu precisasse de alguma coisa, era só dizer. Meu carro vai estar na oficina semana que vem e eu pensei, como agora somos amigos, se estaria tudo bem pra você me emprestar o seu. Tenho verdadeiro pavor de ônibus, estão sempre lotados de pobres que não têm carro.

Abrasss, Alex

From: Paulo Conteiro
Date: Monday 11 Jan 2009 3:02pm
To: Alexandre Rosas
Subject: Re: R.S.V.P.

!!!!!!!????????

Não, eu não vou emprestar meu carro e não existe o maldito 303. Eu acho que você é o morador do 301. Você não vai vir pro meu open-house e não vai trazer ninguém. Qual é o seu problema, afinal?? Meus únicos convidados são amigos e familiares, eu já disse isso. Ninguém vai vir fantasiado e só vai ter gente que eu conheço. Não quero ser grosseiro, mas pelamor cara! respeita

From: Alexandre Rosas
Date: Wednesday 14 Jan 2009 2:04am
To: Paulo Conteiro
Subject: R.S.V.P.

Grande Paulo,

Estou em viagem de negócios desde segunda-feira e não consegui acessar meus últimos e-mails. Chego em casa hoje à noite, a tempo pra festa, e só queria dizer: estamos todos ansiosos! Devo chegar por volta das onze, no máximo meia-noite, exatamente quando começa a esquentar.  = ))) O compromisso da namorada do Verme foi cancelado, então ela vai conseguir. Portanto, mais uma boa notícia. É provável que ela traga aqueles amigos que eu falei, então vai ser mais animado do que imaginamos. Estou levando o Imagem & Ação.

Super abraço, Alex, the Ninjaaaaa

Aleléx

Tradução e adaptação exclusivas do Lan House do Purgatório sobre o original de David Thorne.




Fantasias zeguizuais

2 02 2009

Menines e menines querides, hoje estava toda atenta ao Twitter pra ver quais misérias estavam por vir e acabei caindo em um blog bem legal, o Elas Eles, achei o último post a caaaaara da Lãhauzi e pedi pra fofa da Tessa que deixou super de boa eu postar aqui as experiências e análises dela em um assunto que vocês ATORAN, qual é? ZÉGUIZO, seus safadenhos!

A menine escolheu algumas fantasias sexuais e fez uma análise crítica e detalhada delas, ou seja, ta na cara que vocês vão adorar.

**Tentei manter o texto o mais fiel possível ao original, fiz sutis modificações, obrigada pela experiência Tessa =*

ESCADARIA:
pro cara é uma boa posição, mesmo que ele esteja dando um duplo twist carpado não sentirá tanto desconforto quanto a mulher [no caso de gueis, pense em quem está sendo ativo e quem está sendo passivo]. Mulher [passivo (a)]: se ficar de 4 esfola os joelhos, se ficar deitada (barriga pra cima), destrói a coluna [talvez fique até entrevada na escada]. Melhor horário para sua execução: entre 01 e 06h.
NIVEL: 4
NOTA: 5

ELEVADOR: pra ambos é bem bom, não tem grandes problemas. Certifique-se que o elevador tenha aquele botão que bloqueia ele [caso não tenha, prepare-se pra grandes sustos] Melhor horário para sua execução: entre 01 e 06h.
NIVEL: 5
NOTA: 7

NA RUA: adrenalina total, é arriscado mas também divertido, fica-se com altas histórias pra contar. Acredito que seja mais prazeroso para o homem do que para a mulher, vai depender muito do cara [ou o(a) ativo(a)] a mulher conseguir ter prazer. Melhor horário para sua execução: entre 00 e 05h.
NIVEL: 10
NOTA: 7,5

NO CARRO: prazeroso para ambos, se for se aventurar no banco de trás, o máximo que pode acontecer e bater em algum lugar, mas nada que ofereça algum risco. Se for no banco da frente, a mulher [passivo(a) ah vocês já entenderam] tende a sair toda desmontada, fora que há o risco de quebrar alguma coisa. Outra dificuldade é achar local para estacionar, se não for em drive in, qualquer lugar que se pare o vidro embaçado pode denunciar vocês, é um risco alguém bater no vidro… ou a polícia chegar ahauhauaahauahuaahau. Melhor horário para sua execução: entre 22 e 05h [se seus horários forem malucos, prepare-se pra adrenalida].
NIVEL: 8
NOTA: 9


FANTASIAS
[ex: enfermeira, empregada,…]: mais comum para os homens, mas se bem conduzida pode ser bem prazeroso para os dois. Se ela não for levada ao pé da letra [tipo, a mulher ir a um hospital vestida de enfermeira e o parceiro ir lá abordá-la “gata, minha pressão ta nas alturas”] não oferece nenhum risco. Melhor horário para sua execução: qualquer hora, depende do que se está planejando.
NIVEL: 0
NOTA: 4

PS: Para as avaliações foram levadas em conta experiências pessoais e de alguns conhecidos, o nível foi calculado baseado na periculosidade e execução. A nota, de acordo com o nível de prazer que ela pode proporcionar.

Quem já experimentou, dê seu pitaco.
E quem não experimentou ainda, fique a vontade para perguntar.

Ludivon





Confissões de uma indecente – II

29 11 2008

Nem eu imaginava que as confissões da indecente [post anterior] iam fazer tanto sucesso. Ela está se sentindo mais leve e disse que o pastor já a deixou beijar a mão dele, mais um pouco e poderá ser batizada.

Por isso, atendendo aos pedidos curiosos e safadenhos, postarei a segunda parte dessa historia.

Em torno de um mês depois estava eu travada de bêbada (só pra variar) em um bar, voltando para casa escutei uma música em um apartamento vizinho, entrei na festa para beber mais. Quando cheguei lá, perguntaram o que eu queria escutar, sem pensar eu disse “funk!”, e fui à garagem buscar um CD no meu carro, como fui às pressas, tropecei nas escadas, bati no retrovisor de um carro ao que fui cair de cara na lanterna de outro carro. Quando o manobrista viu, veio correndo ao meu socorro, eu cheia de classe, neguei a ajuda e voltei à festa de cabeça erguida (com o CD de funk na mão).

Na hora da bebedeira, liguei para o pedreiro (às 03:00 da manhã, acredite se puder, ele apareceu em meia hora – comecei a achar isso compreensível, pois pensem comigo, ele só deve comer umas barangas, quando aparece a chance de comer a patricinha, ele reúne seus poderes de super pedreiro e vem voando na sua super britadeira mágica) ele estava com um perfume tão enjoativo quanto o perfume daquele pessoal trabalhador que vai pra labuta de ônibus às 07:00. Estava enjoada, queria vomitar, ainda mais porque estava muito bêbada (ele usa Avanço, certeza). Trouxe-o para minha residência, apesar de estar com o estômago embrulhado. Fui ao banheiro para retirar o absorvente (estava no último dia, mas como minha menstruação é absurda, o último dia não é tão tranqüilo assim) e o levei para o quarto. Lá transamos loucamente, de lado, de quatro, de pontinha, de todos os jeitos, e foi maravilhoso. O melhor da história foi quando ele foi jogar a camisinha no lixo e viu um pouco de sangue, quando voltou para a cama ele comentou: acho que meu Fagundes é muito grande e eu te machuquei um pouquinho, pois havia um pouco de sangue (E PARA NÃO RIR?). Logo depois, ele quis dormir de conchinha, mas eu sou como os homens, quero dormir depois que gozo. E também, que dormir de conchinha o que, o negócio era só sexo mesmo.

Agora, o pedreiro ta apaixonado por mim e eu não sei mais o que fazer. Talvez peça pra ele construir uma casa pra mim, depois dou um fora.


Fim da primeira parte. Logo teremos outra confissão absolutamente indecente.

Estou começando a sentir vergonha alheia.

Ludivon





Istoriaz di menines na imterneti

11 06 2008

Hoje me foi passado um blog, o Cersibon que pode ser descrito com essas poucas palavras: Eu que devia ter feito!!!

 

É sensacional, são tirinhas toscas feitas no Paint com as falas no tiopês mais fluente e coloquial existente.

Pra rir litruz e no final expressar toda a sua emoção com um “q/?”.

 

 

 

 

 

 

 

Fikdik, Tá ali, tá?

 

 

Bisteca