Ser Geek é…

5 04 2009

Quem me segue no Twitter deve ter visto a série miserável que comecei. Todas com brinks de geeks. Como ficaram muito divertidas e foi suuuuuceeeeeessooo, resolvi colocar aqui na Lan as melhores frases para a galere que não tem Twitter também pudese se divertir, ou não.

Para os que não sabem, vai aí uma definição de geek que encontrei no Wikipedia [bendito seja]

Geek é uma expressão idiomática da língua inglesa, uma “gíria” que define pessoas peculiares ou excêntricas obcecadas com tecnologia, eletrônica, jogos eletrônicos ou de tabuleiro etc.

Em outras palavras: nerd.

Vejam a misérias:

  • Geek não toma vacina, instala o Norton. [by @nilsonjr]
  • Geek não reclama, faz mimimi
  • Geek não troca de roupa, muda o layout
  • Geek não relaxa, fica software
  • Geek não fica excitado, liga o hardware
  • Geek não recebe visita, hospeda
  • Geek não faz cocô, faz download
  • Geek não precisa usar camisinha, tem anti-virus.
  • Geek não tem casa, tem domínio
  • Geek não toma remédio, passa o anti-virus
  • Geek não se reune com amigos, faz uma rede social
  • Geek n tem amnesia, apaga o historico [by @jehgasperotto]
  • Geek não tem recordações, tem memes
  • Geek não pechincha, vai no Buscapé
  • Geek não esquenta, pois tem ventoinha
  • Geek não compra fruta, compra blackberry
  • Geek não fica distraído, fica em stand by
  • Mulher geek não tem vagina, tem entrada USB
  • Geek não tem pinto, tem pen drive
  • Geek não erra, geek fail
  • Geek não tem mãe, tem modem
  • Geek não mede o pipi, conta followers
  • Numa relação sexual, o geek não pula as preliminares, utiliza o atalho
  • Geek não curte bunda grande, prefere banda larga
  • Geek nao tem emoção, tem emoticon
  • Mulher geek nao tem ponto G, tem .com

[essas duas últimas enviadas pela @jehgasperotto por msn, foi quando iniciou-se toda a bobagem]

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Mandem aí suas geekices!

beijosmiretwitta

Ludivon.com

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Nus vizitem

12 09 2008

No Orkut





Menines Querem Ser Livres – Guia Completo

18 08 2008

Nós da Lan House, como alguns de vocês já sabem, viemos parar aqui no Purgatório porque cometemos um monte de erros cafajestes, pecados miseráveis e crimes inafiançáveis – tudo contra a brinks. É por isso que, conforme explicamos na apresentação do blog (“Diretamente do Purgatório”):

Somos duas almas tortas navegando a esmo, esperando alcançar a salvação

e blá-blá-blá.

Sim, fomos condenados a vagar sem rumo pelo Purgatório da brinks, mas você não precisa correr o mesmo risco! A salvação da sua alma penada piedosa está garantida porque trazemos para vocês hoje a superior, a inacreditável, a sen-sa-cio-nal… “Ficha Libertação”! Você vai ser livre, colhega!

Juramos de pés juntos que tudo que vocês lerão nos prints abaixo (para manter a formatação original) é autêntico – nada foi inventado por nossas mentes doentias férteis – e pode ser encontrado facilmente na Internet (se duvidar da nossa palavra e quiser pesquisar, faça-o por sua conta e risco, e depois não venha reclamar…).

Quando descobrimos essa miséria maravilha, sabíamos que tínhamos na mão um tesouro. Obra-prima indiscutível, comparável apenas a clássicos universais como “A Divina Comédia – Ri Litruz”, de Dante, ou “Assim falou Zarathustra, Essa Doida”, de Nietzsche, a honorável “Ficha Libertação” é um resumo espetacular de milênios de sabedoria em gloriosas nove páginas de Word com perguntas e múltiplas-escolhas que conduzirão você, menine ou menine safadenho/safadenha, seguramente à salvação eterna, sem ter de fazer escala no Purgatório, como nós… ctzzzz

Por se tratar de um material de considerável fôlego, não poderemos dar conta de toda sua profundidade num único post. Hoje, veremos apenas os primeiros itens, só para abrir o apetite. Sugerimos imprimir as partes abaixo (ou o doc original inteiro, se você o achar na Internet), ir acompanhando nossos comentários miseráveis edificantes e responder o mais honestamente possível.

Sem mais lenga-lenga, com vocês… a “Ficha Libertação”!

Clique na imagem para ampliar

Comentários (cof, cof) edificantes da Lan House:

Admito que cometi pelo menos três dos pecados citados acima: a saber, murmuração, tráfico de escravos e saques de aldeias (este último, o que eu mais gostava de fazer). Também já roubei terras, mas, como devolvi logo (era só de brinks), acho que não conta.

Recomendo a leitura atenta de cada um dos itens citados (nem vem me dizer que você nunca se envolveu numa guerra ou nunca se embolou com a máfia, que pra cima de mim não cola… “Língua desenfreada” e “Intelectualismo”, então, pffff… admita logo!). Marque um xiszinho honesto em tudo que já fez, e bola pra frente. Conta tudo, tudinho!, porque com libertação não se brinca, colhega. Na linha final, onde diz “Outros pecados (mais acentuados)”, sijoga e abre o jogo. Mas só os mais acentuados, hein!

Prosseguindo em nossa cruzada rumo à sua libertação, advertiremos agora contra a:

Clique na imagem para ampliar

Comentários (cof, cof) edificantes da Lan House:

Embora já seja tarde pra mim e pra Luddie von, prosseguirei confessando todas as misérias que já cometi, para dar o exemplo. Coragem, Aleléx… Lá vai: Já tive fantasia sexual! Também já exerci atração sobre pessoas, isso é foda. Incesto, escapei por pouco de marcar essa, porque só fiz be-bop-a-lula com parentes distantes, e só conta com parentes próximos. Pornografia eu me safei também, porque a confiável “Ficha Libertação” é bastante clara: só conta se foi em literatura, e eu me limitei a alugar vídeos de putaria.

Sobre a parte final (que pede pra “Citar parceiros, namorados, amantes, paixões platônicas…”), tive certa dificuldade para lembrar de todo mundo no quesito “amores não correspondidos”. Agora… ninguém tem desculpa para deixar em branco as lacunas que pedem Nome, Tipo de Relação e Sentimento que vem à mente. Super importante isso. O sentimento que mais me vem à mente, aliás, é o de $&@*@#!%$#§… ai, o teclado ficou ruim!

Pronto, melhorou. Aproveito para passar à análise do terceiro e último item que abordaremos neste primeiro post. Hora de falarmos de:

Clique na imagem para ampliar

Comentários (cof, cof) edificantes da Lan House:

Esta foi mais fácil pra mim, porque só fiz parte mesmo da Ku-Klux-Klan, do popularíssimo Omolokó (que dispensa apresentações) e, é claro, de “Toda forma de idolatria”, item com o qual me identifiquei mais. Ah, quase ia me esquecendo da época em que me dediquei de corpo, alma e brinks ao “Catimbó” e aos “Meninos de Deus”, que faziam um sucesso estrondoso…

Sobre os meios de adivinhação que já consultei, os mais usados por mim sempre estiveram, felizmente, na média do resto da população: “Vísceras” e “Bacia de água”. Derramei muita água pra fora da bacia.

Já minhas experiências místicas foram mais tranqüilas: se resumiram a uma ou outra chave (eu gostava da Papaiz) e à necromancia, pois eu vivia consultando gemza morta. Apesar de só ter recorrido a essas duas técnicas mais moderadas, acabei vindo parar aqui no Purgatório, portanto, siliga: nem os vícios mais leves estão livrando a cara da galere, hein!

A genial “Ficha Libertação” prossegue xeretando investigando a fundo (beeeem fundo) a vida da gemza, sempre discreta e sem cometer exagero algum, acrescentando ainda muitos litruz – cataratas – de itens esdrúxulos absolutamente razoáveis. É o que veremos em breve. Até chegarmos à Parte 6, muita gargalhada água vai rolar debaixo dessa ponte. Não perdam!

Aleléx





O que fazer numa situação de socialização forçada

7 08 2008

Atendendo a pedidos, hoje falarei sobre uma situação muito incômoda que com certeza já aconteceu com todo mundo no mundo inteiro. As chamadas “situações constrangedoras de obrigação de socialização sem assunto corrente”, também conhecida como, falta de assunto em casos de convívio obrigatório, aliás, que seja, já entenderam o que eu quero dizer.
É quando você está em um lugar, e pra não ficar aquele silêncio incômodo, você se vê obrigado a falar um monte de asneiras que não queria falar e a ouvir misérias que nem te interessam, tudo pelo bem dos relacionamentos humanos.

É valido para os casos de: almoço, elevador, salinha do café, fumódromo etc. também quando você está, por exemplo, em uma mesa de bar com um amigo e um amigo dele, e seu amigo vai ao banheiro, e para não fazer o antipático, você tenta puxar assunto com a pessoa, mesmo ela sendo chata pra caralho.

Enfim, citarei alguns assuntos de conhecimento comum em forma de diálogo em uma situação corriqueira. Mas como eu não consigo ensinar nada que seja real realmente útil, vou dizer como você deve se portar para que a pessoa nem queria falar com você mais, te ache estranho e perigoso, assim nenhum dos dois se sentirá na obrigação de falar quando isso voltar a acontecer, evitando assim, possíveis futuros constrangimentos.
(Os comentários entre colchetes são ações, e entre parênteses são observações, e o iniciante da conversa é sempre você, a pessoa estranha em questão).

· Elevador
– Esquentou né
– Nossa, ta um frio da porra!
– É mesmo, né. Você está com frio não? Eu estou morrendo
– [vestido como se estivesse pronto pra uma expedição ao Alaska] Não…
– É, nem eu muito.

· Almoço
– Você está acompanhando as olimpíadas?
– Estou! E você?
– Não (mas todo dia você olha na UOL os resultados dos jogos). O que teve de jogo ontem?
– Ahn… futebol feminino, Brasil e Croácia, vôlei masculino, Suécia e Noruega, vôlei de praia masculino, África do Sul e Coréia. Só esses que eu vi.
– Aposto que quem ganhou foi o Brasil, Noruega e Coréia.
– Como sabe?
– Eu sempre tive esse dom de prever resultados. Topa entrar nessas apostas? Você dá o dinheiro e eu o palpite. Eu sempre acerto, mas não posso dar garantias.
– Fechado!
(Pronto, daí você vai errar provavelmente, e a pessoa não vai mais falar com você).

· Corredor
– Seu cadarço está desamarrado.
– (olha) não, está não
– Está sim!
– Não está
– É claro que está, olha direito!
– Mew, não está!
– Ah é, não está mesmo não, deve ter sido uma lagartixa.

· Salinha do café
– Estou com fome, vou comer um biscoito, aceita?
– Aceito, por favor.
– Não divido comida com estranhos.

· Fumódromo ou área comum (tipo sacada, varanda, entrada etc)
– Quer um cigarro?
– Não, obrigado, não fumo
– Que bom. Eu parei [acende o cigarro].

· Na porta, esperando – banheiro, portão de entrada, sala de reunião, sala de aula (esperando alguém abrir)
– Vai votar em quem nessa eleição?
– Ah, estou pensando no Alckmin mesmo. E você?
– Cara, Mario Covas na cabeça.

· Enrolando pra dar a hora de ir embora

– Oh, tédio…
– Estamos pensando em ir num happy hour depois, topa?
– Não posso, tenho ginecologista (diga mesmo se você for homem, melhor ainda).

· Encontro fortuito na rua
– Oi Fulano! [apertam as mãos]
– Oi! Onde está indo?
– Estou procurando um banheiro pra eu lavar as mãos.

· Mesa de bar (seu amigo levantou pra ir ao banheiro)
– Então, de onde conhece o Cicrano?
– Ah, amigos em comum, e você?
– Ele me comeu uma vez, depois disso, nunca mais nos desgrudamos. (bom que já queima todo mundo junto!).

· Festas e outros eventos sociais.
– Amigo, pega uma cerveja pra mim aí, por favor?
– Claro [pega a cerveja e te entrega]
– Obrigado amigão! (se for cerveja paga, não pague o cara, se for de graça dê uma moedinha de 10 centavos pra ele).

Se nada disso fizer as pessoas se afastarem de você, vire modelo, apresentador, dançarino, cantor e se candidate ao Big Brother.

Bjuzmimandaprabarbacena

Luddie Von





O futuro da bunda

16 07 2008

Não sei o que está acontecendo com a minha cabeça, pois ultimamente tem saído milhões de músicas barangas.
Mas não baranguices convencionais, coisa antiga, da minha infância. Sabe, aquelas que você nem queria que marcassem sua vida, mas elas marcam por vontade própria? Que se apossam do seu bom senso e te aprisionam em um Porto Seguro mental? Essas!

Alguém ainda se lembra de pérolas como:
“Você é meu amor/ te quero de novo/ te ensino a fricotar/ fricote do fofo”
“Diga aonde você vai, que eu vou varrendo/ vou varrendo, vou varrendo, vou varrendo”.

Até minha Mona Penada resolveu participar (quem não sabe de minha Mona Penada, ou não se lembra dela, leiam aqui). Ontem no banho começamos a lembrar do Tchan e suas aventuras.
Mona Penada – Oie!
(Brinks, nem disse isso).
Mona Penada (corrigido) – Nossa bee, lembra do Tchan no Hawaii?
Eu – hahahahahaha! Hula hula de lá tchannnn, quebra quebra daquii tchannn
MP – hahah simmm, e do Tchan no Egito?
Eu – Essa é a mistura do Brasil com o Egito, tem que ter charme pra dançar bonito. Aaali babá!!
MP – Tchan na Selva, Tchan no Japão…
Eu – Como você lembra dessas coisas ?
MP – Eu lembro de tudo do Tchan, quando eu era mais nova, eu tinha que ficar brigando com as minhas primas, porque eu queria ser a Carla Perez e elas diziam que eu tinha que ser o Jacaré.
Eu – E o que você fez quando a Carla Perez saiu? Quis ser a Sheila Mello?
MP– Não, queria ser a Scheila Carvalho, que era mais desejada.
Eu – Lembra que elas ficavam competindo pra ver quem tinha a bunda maior?
MP – Ainda bem que a Mulher Melancia ainda era um melãozinho nessa época.
Eu – Caralho! E pensar que a bunda da Carla Perez era considerada um escândalo!
MP – Vai entender né, com os avanços da tecnologia, tudo tendendo a diminuir para ficar mais atraente e as piriguetes aumentando seus dotes.
Eu – Quando aparecer uma que consiga superar a Melancia, eu até compro um celular.
MP – De pedreiro?
Eu – Igual de técnico de energia elétrica
MP – Combinado!

Bisteca e Mona





Amy Winehouse: toda cagada

4 07 2008

Galere, roubamos o ótimo título do post publicado hoje no blog papelpop.com porque, simplesmente, não existe expressão melhor para descrever o rascunho do mapa do inferno em que Miss Swinehouse se transformou.

O pessoal da Abril.com montou uma apresentação em flash destacando as partes mais cagadas do corpo da cantora loucadomeucu (célebro, pele, nariz, pulmão e até bochechas), tudo montado em cima de uma foto da época em que ela ainda estava tetéia e tchutchuca.

A gente vai clicando e acompanhando a transformação com breves textos explicando qual droga pesada foi responsável por aquela miséria; e a cada miséria, uma foto da sem-noção toda cagada enfiando o pé na jaca.

el era açim olia

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O papelpop.com gostou (e nós também), mas considerou o flash uma “brincadeira”. Não concordo. Acho que foi um jeito criativo de falar de algo sério, e ainda juntou impacto visual a uma boa dose de informação.

Cliquem aqui para um susto e uma corrida com a miséria.

Aleléx

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Mulher Melancia, Jaca, Moranguinho. Who’s the next?

4 07 2008

Mulher Melancia

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Mulher Jaca

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Mulher Moranguinho

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Todas as frutas foram escolhidas de acordo com o tamanho de seus respectivos traseiros.

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Seguindo esse raciocínio de compatibilidade com as frutas…

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Imagina a Mulher Kiwi?

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Bisteca