Teste do cérebro menine em português

27 03 2009

Vocês se lembram do nosso procuradíssimo post “Seu cérebro é menine ou menine?“, que trazia um teste da BBC para você saber se seu cérebro era menine ou menine?

Pois então, a revista Época acaba de fazer uma adaptação miserável em português. O teste da Época é bem mais curto e mais simples que o da BBC, não deverá ter a mesma precisão do teste em inglês, mas pode ajudar a te situar com mais ou menos precisão na escala de menines e menines.

Fica aqui o teste miserável.

Aleléx

PS: Peço desculpas aos menines e às menines leitores do Lan House pelo longo tempo sem atualização. Estou tendo de me dedicar de corpo, alma e brinks à difícil tarefa de ordenhar o leite das crianças diretamente das tetas da vida, e está difícil escrever misérias. Mas prometo que, em breve, voltarei aqui com mais um post (cof, cof) decente, e aí vocês vão ver!





Confissões de uma indecente – VI

7 03 2009

Última parte da aventura com o pseudo grego – o reencontro
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Fomos e foi maravilhoso, ele pagou conta (o mínimo que poderia fazer) e depois fomos ao Dublin novamente. Foi lindo e maravilhoso, a única coisa ruim é que ele toma whisky e eu vodka, logo eu não pude beber de graça!!!!
Ele foi embora mais cedo, o “supra sumo” da balada foi quando começou a tocar música da Rihanna, Disturbia, que eu adoro, eu e minha amiga começamos a dançar e de repente o grego se transformou, levantou e começou a dançar estalando os dedos em forma de círculos, revezando com palmas no estilo dança árabe. Segurei a risada, enquanto minha amiga cuspia a vodka com energético que havia ingerido, de tanto rir. Eu, constrangida, naquela balada chique com o showzinho a parte que meu “parceiro” estava dando, disse: “você dança diferente dos brasileiros”, ele: “sou original!”. Com tal resposta fiquei calada, observando (eu e a balada inteira) o colega dançar ridiculamente, achando que estava abafando. Então minha amiga virou e falou “Relaxa, ele tem uma ilha!”, nisso me perguntava – “Meu Deus, eu espero que uma ilha seja bem cara!”. Que mico!! My God, que mico!
Depois desta saída, virou um parto eu sair com esta porra!!! Pois ele tinha que trabalhar e me ligava apenas de vez em quando, com a desculpa que trabalhava muito durante a semana.
Fiquei puta, pois nitidamente tomei um fora e meu casamento nas ilhas gregas, todo o nosso papo de gregos, cristãos ortodoxos e do filme “Casamento Grego” foi para o espaço. Na verdade, minha mãe disse desde o começo que ele não valia nada, ela achava que ele era casado, visto que era velho. Mas ele não era casado não, só queria curtir no Brasil.
Depois de me ignorar durante 2 semanas, o rapaz me liga (pois não liguei, porque não preciso disso. Lembrem-se de que tenho namorado rico e chovem homens aos meus pés – nem sempre ricos – mas sexo é sexo). Enfim, me ligou e disse que em 10 dias iria para Grécia visitar os avós e se eu não queria conhecê-los. Naturalmente, pensei que ele tinha cheirado cocaína, pois depois de me dar o fora 2 semanas, o cara me liga pra perguntar se eu não queria fazer uma viagem com ele para conhecer a família na casa do caralho. Fiquei sem reação e perguntei (desta vez eu realmente falei) “É UMA PIADA?” e o pior… ELE NÃO ENTENDEU o porquê de eu dizer isso.
Claro, que eu achei a história muito estranha, pois não costumo viajar pra Grécia com caras que vi duas vezes na vida e que querem me apresentar pra família.

Sim, eu sei que todos estão falando que sou burra, mas na ligação esqueci que aquele grego esquisito TINHA UMA ILHA!!!

Continuo com meu namorado, procurando alguém mais rico.

PS: Menines, devo pedir desculpas a vocês. Quando fui postar o fim da história, não vi que tinha esse desfecho na outra página, por isso a história ficou estranha, mal terminada.

Logo, mais aventuras inescrupulosas da indecente!

Ludivon





Confissões de uma indecente – V

5 03 2009

Sem mais delongas, o dia seguinte.


No dia seguinte:

Ele me ligou e eu não atendi hahahhahaahahahaahah!!!!!!!!

Enfim, infelizmente eu não pude jantar com o rapaz. Sim, eu sei que vocês ficarão chocados.

No dia seguinte, viajei por um mês para o interior pra colocar silicone. Mas o bofe e eu nos falávamos diariamente [como bons novos “namorados”].

Nessa época eu estava imóvel, com duas bolas de plástico no meu corpo e terminada com meu namorado (o de verdade), ou seja, mega carente, visualizando meu casamento numa ilha grega, como se eu fosse uma aprendiz do “The Secret”. Estava apaixonada… aliás, sabem qual a nossa música? (a minha e do grego) aquela assim “se é pra falar de amor, não tenho preconceito…” – é! É a música da novela que acabou! Eu estava completamente envolvida.

Eis que meus peitões ficaram prontos e voltei pra SP. Liguei para o moço e ele estava no Guarujá – pensei: Que merda!! Mas ok. Esperamos quase um mês para nos reencontrar, posso esperar mais um pouco…

No dia em que ele disse que ia chegar. Me animei, me depilei ( mas só por precaução, porque não dou de cara pra quem eu quero relacionamento sério). Quando o colega estava chegando em São Paulo, ligou me avisando, achei muito fofo da parte dele. Mas só achei até o momento em que ele me ligou dizendo que estava na lanchonete (eu disse: LAN-CHO-NE-TE) ao lado da minha casa e pediu para que eu o encontrasse lá.

MEU PONTO DE VISTA: Vi uma vez o cara e estamos nos falando há 1 mês e o filho da mãe pede para eu ir encontra-lo (ou seja, não iria me buscar) na LANCHONETE ao lado da minha casa, ERA UMA PIADA???????????? Pra mim só podia ser, não era possível que o dono de uma ilha marcasse o “primeiro” encontro com uma mulher na LANCHONETE e sem buscá-la em casa. FIQUEI ATORDOADA!!!

Obviamente, como eu sou uma mulher muito fina, não fui, pois eu não sou o tipo de mulher que vai SOZINHA ao PRIMEIRO encontro numa LANCHONETE!!!

Acreditem, ele não entendeu a minha atitude óbvia!!! (Incrível como ás vezes pessoas ricas tem alma de pobre – odeio isso).

Marcamos para sair no dia seguinte, disse que queria ir num barzinho discreto (óbvio, pois possuo namorado – e só abdicaria dele por alguémmais rico, o que é difícil, visto que no Brasil as pessoas costumam ser pobres).

No próximo post, o reencontro com o grego.

Ludivon





Confissões de uma indecente – IV

3 03 2009

GEMZA, ELA VOLTOU!!!

Não sabem como fico feliz de poder postar mais alguma travessura da nossa amada anti-heroína!

Como sei que vocês nem vão ler essa introdução, vamos logo para a primeira parte da história!

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Minha historia com um pseudo-grego

Eis que fique sabendo de uma balada chamada Dublin (para os pobres que não sabem, é a capital da Irlanda), mas em São Paulo é um Pub finérrimo. Fiquei sabendo que lá havia muitos estrangeiros (ou seja, dinheiro), como homens ricos sempre foram meu forte, resolvi conhecer o local com a minha amiga Pat.
Chegando lá achei tudo caro, porém achei que valeria a pena o investimento, pois sabemos que ir a procura de homens ricos é um investimento (não que eu seja pobre). Enfim, comecei a dançar perto de uma mesa (pois é necessário encontrar-se em algum lugar) então resolvi me apoiar numa mesa de um cara que estava sozinho, perguntei se podia (elegantemente) e ele permitiu. Então continuou me olhando, no meio da noite o colega que estava na mesa, que por sinal não era dos mais bonitos, resolveu puxar papo comigo. Conversei sem muito interesse até quando notei um sotaque estrangeiro e fiz a pergunta com os olhos brilhando – você é estrangeiro (pois isso significa “dinheiro”) e ele disse – Eu sou grego.
Nisso eu pensei “a oportunidade está na minha frente” e resolvi ser mais simpática [eu sinceramente acho essa historia chata], pois afinal, dinheiro.
Conversei com o rapaz. Meticulosamente comentei que meu sonho era conhecer a ilha de Mykonos. Nisso ele falou que a ilha de Mykonos não era tão bonita em relação as paisagens. Em seguida disse a frase chave: você precisa conhecer a ILHA DE MINHA MÂE. Nisso perdi todas as palavras, meu vocabulário, o endereço, minha dignidade foram para o espaço. Minha amiga disse: vamos ao banheiro, e lá me disse inconformada: há duas horas atrás você estava tentando pegar o garçom do mackenzie (devo lembrar que o GARÇOM me deu o fora) .
Voltei para o lado do dono da ilha mostrando quem eu  era, ou seja, praticamente fácil.
Ele insistiu mais um  pouquinho. Não foi AQUEEEEEEEEEELE beijo, mas sabendo que estava beijando o dono de uma ilha, já é foooooooda.
Ele pediu meu telefone e me chamou para jantar no dia seguinte, visto a idade do moço, acho que é normal, 36 anos (mas como na verdade eu iria encontrar com meu namorado no dia seguinte, eu iria furar com o grego, porém dei esperança porque sou ruim).

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Logo vejam o que aconteceu no outro dia. Mais bafo!!!

Ludivon





Tá QuereEeEEeeEeeEeEeEEeeeeEEnndo

13 02 2009

Atendendo a pedidos mais uma vez [pois vocês sabem que a LãRauzi é praticamente um blog colaborativo, total 2.0 beibi!], vou discorrer um pouco sobre uma dúvida que assola os éssi dois confusos e ansiosinhos dos cus dos seus átrios:  como saber se o (a) gatchenho (a) que você está pegando te quer mais que dólar ou ta te enrolando para seu bel-prazer?  Fikdúvida.

O problema que hoje em dia a concorrência está cada vez mais desleal, não por outras pessoas, mas por idealizações de pessoas perfeitas. Concorrer com a imaginação parece bem difícil, não é?

Pois é, então para que você consiga fazer a pessoa te olhar com mais realismo e começar a te admirar, você tem que seguir a velha fórmula que Vovó Mafalda, Xuxa e as Meninas Super Poderosas sempre ensinaram, seja você mesmo, bee.

Entendo que seja complicado, a gente tenta muito se adequar aos gostos da outra pessoa e ser o que ela gostaria que fôssemos, mas confia em mim, isso não vai longe, você só vai estar dando mais uma imagem pra ela idealizar, e o que é pior, de você mesmo. Te apaga, temdel.

Ok, chega de fabular, vamos à prática [que eu sei que é isso que vocês gostam, safadénhos]. Sinais que podem significar se rola um vempracáminhanega ou não.

Ta QuereEEeeEeEEeeEEeeEeEEendo:

Quando alguém está interessado em juntar as roupinhas de baixo com você, normalmente começa a mostrar interesse em participar da sua vida, como, por exemplo, conhecer sua família, jogar video game com seu irmão mais novo, manda você não responder à sua mãe, essas coisas. Inclusive começar a fazer parte do seu círculo de amigos, adicionando-os nas redes sociais, fala bem deles, ou mal [os dois são válidos, pois se fala mal, ou é porque ta com ciúmes ou porque está se preocupando com você].

Se começar a ficar mais presente na sua vida, como puxar papo pelo MSN, se interessar pelos seus projetos [se palpitar, melhor ainda], querer saber do seu dia, como está se sentindo e porque etc.

Se você é uma pessoa mais sensível, vai perceber isso também pela sua linguagem corporal quando estiverem juntos, [já falamos sobre essa língua do corpitcho aqui e aqui] os carinhos ficam mais ternos e zelosos, mais quentes e suaves [é paissssão zente!] ui!

Menines que estão interessados em menines gostam de se mostrar presentes de forma mais idiossincrática também, dando lembrancinhas que tenham significado somente para vocês dois, isso é um sinal de muito carinho, pode valer muito mais que presentes inesperados que tenham mais significado pra outra pessoa [isso pode significar mais um “vamos fazer/continuar a fazer zeguizo”].

Já se flagrou fazendo planos bobos com a pessoa? Tipo, “ah, daí a gente pode fugir pra Madagascar e viver de jaboticabas silvestres e dançando o Hula para os turistas”, fazer planos, mesmo que totalmente utópicos é fofo, mesmo sendo uma visão equivocada de uma vida juntos a longo prazo, é uma tentativa dupla de escapismo, mas sem deixar de ser saudável [falei bonito agora, né?].

Se quiser ir ainda mais longe, convide a pessoa para programas mais, humm, íntimos [não ir ao motel, ok?] digo coisas de família, aniversário de amigos muito próximos [nessa de amigos, enfatize o quanto é teu amigo e que tem certeza que ele adoraria conhecê-lo].

Caso você seja do tipo que não tem muita paciência de ficar reparando detalhes, pode tentar ser mais cara de pau direto [mas já aviso que isso pode ser arriscado, não temos controle sobre as interpretações das pessoas] sijoga.

Mas daí vai ter servido de nada você ter lido isso.

Foi um prazer fazer você perder 15 minutos do seu dia. Beijo.

PS: Acho que mostrando os sinais de que o affair “ta querendo” já dá pra ter uma idéia de como é quando não quer, mas caso ainda estejam em dúvida e queiram mais informações, ligue 0800-Brinks [é só comentar, vocês sabem como funciona].

Ludivon





Chega junto, gatchénho – II

11 01 2009

Você que é o timidozinhodoseucu deve ter se esbaldado com as diquinhas que dei no último post, então, como eu adoro encher vocês de informações inúteis fundamentais, continuarei o guia pra chegázuntinho dos menines e menines.

Lembre-se da linguagem corporal
O Aleléx já postou aqui na Lan uma vez um guia de comportamento corporal [veja aqui], ser observador é essencial, te poupa de ser um paspalho sem noção e sensibilidade. Ter a noção da linguagem corporal te poupa de uma tentativa frustrada, deve ser levada em consideração antes da abordagem. Ou seja, não cruze os braços nem evite contato visual, desperte o tigre em você.

Leve numa Buena
Siliga, chegázunto é na verdade uma tentativa de diversão, na maioria das vezes, até a aproximação já é um jogo divertido, é uma pré troca de fluxos gemza..
Você não vai estar tentando salvar a humanidade das abelhas rainhas assassinas ou pedindo alguém em casamento, ou seja, pra que o pavor?
A pessoa pode ser mais gostosinha que bolo de cenoura com brigadeiro e leite geladinho, mas ainda assim, é só uma pessoa.

Mantenha uma conversa estimulante e regada a risos, não a bocejos
Deve haver um bom motivo pra alguém querer manter uma conversa com você, seja porque você está sendo engraçado, inteligente ou minimamente agradável, mas manter o equilíbrio é essencial, ser engraçado demais pode acabar fazendo você virar uma piada, muita conversa [pseudo] inteligente [ainda mais em um momento que não exige tanta informação] pode te tornar chato e presunçoso.
Nesse tópico, vale a regra da linguagem corporal, se a pessoa está prestando a atenção em você e interagindo, ela está interessada, se parece dispersa, é sinal para você mudar o rumo da conversa ou cair fora.

Perca o medo do embaraço
Óóóóbvio que ninguém quer levar um saidaquipaspalho, mas se você ficar constantemente com medo de levar um saipralá, claro que nunca vai conseguir se aproximar de alguém com tanta insegurança. Faça tipo um mantra “hummm não tenho nada a perder hummmm”. Lembre-se que possivelmente você nunca mais verá a pessoa que te deu um fora.

Ninguém nunca morreu de éssi dois quebradinho, se você acha que estão fazendo voodoo com seu coraçãozinho, faça uma simpatia e chute essa macumba!

Ludivon





Como conquistar alguém

7 11 2008

Há litruz de tempos atrás, escrevi um post sobre como dar um pé na bunda com decência, agora [pretendo] ensinar o contrário, como conquistar alguém com eficiência.
Vou aflorar meu lado Dona Juanina e tentar repassar todo meu conhecimento acerca do assunto. Pode não se aplicar para todos os casos, mas devem ter alguma serventia todas essas misérias.

1º Aproxime-se
Não me venha com papinhos de amor à primeira vista, é só uma maneira romântica de falar que você ficou loucamentedoseucu atraído pela pessoa. Não recomendo que use todas suas técnicas galanteadoras para conquistar uma pessoa pela qual você só sentiu atração, as chances de se frustrar são grandes. Por isso, a aproximação é essencial [e quando digo isso não estou me referindo àquela aproximação, ou sim, enfim]. O importante é conhecer melhor a pessoa, vai que ela tem algum TOC esquisito, tipo sapatear nos horários crescentes de números primos.
Essa aproximação vai permitir que você ganhe uma maior liberdade com a pessoa, o que facilitará a execução dos próximos passos.


2º Envolva-se

Todo mundo gosta de se sentir importante e querido, por isso, você vai ter que disponibilizar toda a sua paciência para se empenhar em saber sobre a vida da pessoa, inclusive sobre o primo com infecção urinária e afins. Ter um psicólogo personalizado e gratuito é sempre bem-vindo. Pergunte como a pessoa sente sobre determinados assuntos e se esforce pra se interessar, mesmo que seja perguntas totalmente sem finalidade, tipo “você abotoa a camisa de cima pra baixo ou de baixo pra cima? [em alguns casos aparente seriedade e discorra sobre o assuinto de forma filosófica, como se aquilo dissesse muito sobre a pessoa]. Caso ela seja o tipo fechadona, tome você a iniciativa, mas sem exageros, pessoas que não querem contar muito de si normalmente não se importam em saber muito da vida alheia fikdik, conte apenas fatos que possam se aplicar a ela, ou seja, se quer saber algo coloque a sua situação [de brinks] como exemplo, para apanha-la com a boca na botija [tetesto expressões desse tipo]. Sim, é tudo um grande jogo, tipo Carmen San Diego, use as pistinhas pra saber onde você tem que chegar. Isso cria um vínculo importante, mesmo que você não entre para o hall da fama.

3º  Aproveite-se
Todo esse processo de envolvimento tem como objetivo criar um banco experimental sobre a pessoa. A aproximação faz com que você suponha o que pode fazer e o que não pode fazer, por isso coloquei o envolvimento como segundo passo. Vai servir pra você não cometer gafes do tipo convidar pra ir no churrascão na laje com cerveja, solzão, se a pessoa é vegetariana. Questão de bom senso adquirido.
Com isso você poderá saber até onde pode ir, o que dizer e o que fazer. Fikdik.
Você continua no jogo e o objetivo primário é não deixar que ela saiba que você está jogando fikdik [353257].
A partir disso, comece aproximações mais instigantes. Pois sabendo o que a pessoa gosta e não gosta, você já pode supor interesses, então comece a dizer e presenteá-la com tudo que você tem certeza que é cabível com o que foi planejado. [já convenci que isso é um jogo? {e uma brinks}].
Ter intimidade te dá direito a várias regalias: abraçar em um momento triste, dar opiniões tendenciosas em decisões difíceis e influenciar em escolhas.
Então fique espertinho pra isso, toda brecha é uma oportunidade.

To be continued…

[alguém ainda acredita que exista altruísmo?].

Ludivon