Um dia revelei ao Aleléx que tenho umas vozes na minha cabeça. Como se fosse um amigo imaginário, ou uma outra personalidade que interagisse comigo. Eu nunca sei o que essa voz vai falar, e me surpreendo, o que prova que não foi pensado por mim (pelo menos conscientemente). Mas que essa voz só me dizia asneiras ou me tirava.
Aleléx, muito compreensivo e solidário, disse-me que era uma mona penada que me acompanhava, que eu a arrumei na Rua Augusta em um dia de vulnerabilidade alcóolica e que ela me atentava por não ter conseguido virar uma Silvette Montilla da vida.
Desde então, comecei a ficar mais atenta a esses diálogos internos. Estava tomando banho agora e aconteceu um. Que reproduzirei aqui.
Vale uma observação, faço milhões de xixizes por dia (não faço a mínima idéia de qual é o plural de xixi, mas esse me soou bonitinho) e admito que gosto muito de fazer xixi.
Bisteca – Gosto muito de fazer xixi. É … ahn… prazeroso!
Mona Penada – Sente prazer no xixi?
B – Algo assim.
MP – Queria que alguém mijasse em você?
B – (pensando) hummmm… não.
MP – Queria mijar em alguém?
B – (imaginando) hummmm… não.
MP – Então não entendo…
B – É como se fosse um prazer pessoal, entendeu?
MP – Ah… (pausa). Então queria mijar em você mesma?
Porque tudo tem que ser sexualizado não é mesmo, minha gente?
Bisteca

hauhauhua acho que também tenho um disso dentro de mim bls.
beijosminmija rs
[...] Mona Penada resolveu participar (quem não sabe de minha Mona Penada, ou não se lembra dela, leiam aqui). Ontem no banho começamos a lembrar do Tchan e suas aventuras. Mona Penada - Oie! (Brinks, nem [...]